Como em um álbum de família, contar histórias pode eternizar o que somos

Como em um álbum de família, contar histórias pode eternizar o que somos

Por: Melissa Lulio 312 views

Existe um novo formato de permite engajamento e participação de pessoas na vida de empresas e todos os modelos de negócio. Conheça

Brevidade é uma palavra que define bem o momento em que vivemos. Mais de uma vez já apresentamos a opinião de especialistas que afirmam: o tempo passa cada vez mais rápido, as mudanças acontecem voando. Por isso, a capacidade de contar histórias de forma menos transitória, criando laços e sensação de permanência.

Uma saída para isso é contar histórias – assim como constumavam fazer os antigos álbuns de família, que registravam, em fotografias, todos os momentos marcantes. Existe agora um modelo que não envolve imagens, mais palavras: um livro de histórias escrito pelas próprias pessoas, contando a partir de seus próprios pontos de vista aquilo que consideram mais emocionante ou relevante.

Carley Wolf, guitarrista e vocalista da banda Ghost Wolves Carley, conta que investiu nesse modelo e, “feito o trabalho, os envolvidos se sentiram felizes, por serem parte do negócio e do processo. Ou seja, é um modelo de enhgajamento.

“Estávamos todos em uma festa, realizada especialmente para o lançamento. Tínhamos comidas, música, todos estavam interagindo. E quando entreguei os livros, todos sentaram para ler. Acho que eles receberam algo que representava o que a empresa era para eles”, diz. Beka Nicholas, associate brand manager do High Brew Coffee. Como ela conta, a etapa de coleta de histórias criou expectativa – e o resultado deixou todos muito felizes.

Diante desse cenário, desses investimentos, Rudy Garza, fundador e gerente geral do G-51, comenta que esse é um processo bastante positivo. “Fico animado de ver como as pessoas se animam em desenvolver plataformas como essas no futuro”. Ele é especialista em empresas e atuou em dezenas delas durante a carreira.

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