Venture capitalists: para onde irão os grandes investimentos em 2018?

Venture capitalists: para onde irão os grandes investimentos em 2018?

Por: Roberto Meir 1.563 views

Roberto Meir, CEO do Grupo Padrão e Publisher da Consumidor Moderno, identificou quais tecnologias terão a atenção das empresas de venture capital em 2018

Para qual direção o dinheiro irá fluir em 2018? Essa foi uma questão debatida durante o maior evento de tecnologia do mundo, o Web Summit, no qual estivemos nesta última semana. A conversa, mediada por Arjun Kharpal, repórter de tecnologia da CNBC, contou com duas das maiores empresas de venture capital, representadas por seus sócios – Jim Breyer, da Breyer Capital, e Dana Settle, da GreyCroft Partners. Eles trouxeram insights e recomendações sobre os investimentos mais atraentes para 2018.

A resposta para a questão feita no início deste artigo é bastante simples e tem ocupado a mente de CEOs em todas as partes do mundo: Inteligência Artificial (IA). Nada é ou será mais estimulante para os investidores do que essa tecnologia emergente.

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O raciocínio é simples: sete entre as dez maiores empresas globais em valor de mercado são do mercado de tecnologia. E elas continuarão crescendo a taxas superiores a outras indústrias e segmentos. Não por acaso, são elas que darão vida a esses negócios portentosos multibilionários.

É evidente que há alguns desdobramentos atraentes – como todas as tecnologias ligadas aos dados do consumidor e a preciosidade presente neles, quando garimpados e analisados. As criptomoedas, os blockchains, os bitcoins, as assistentes pessoais… todas essas tecnologias merecerão um olhar atento por parte dos principais investidores globais.

Acompanhe a cobertura do Web Summit!

Por fim, a equação dos investimentos em IA, Tecnologia da Informação (TI) e Machine Learning irão desembocar no porto mais sedutor do planeta: a China. A conjugação dessas tecnologias com investimentos no país mais populoso do mundo representa uma receita infalível e imbatível. As necessidades de investimento em educação e saúde são prioritárias por lá – e a entrada de capital pode captar essas demandas. Aliás, esse modelo poderá ser replicado em outras regiões.

É uma pena que o Brasil, com todas as suas demandas e carências, não faça parte do rol desses capitalistas indomáveis, donos de capitais abundantes, à procura de investimentos em praças seguras, promissoras e com perspectivas de retorno com resultados positivos para todas as partes. Continuamos fora do jogo.

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