Custo de vida do paulistano aumenta em outubro, diz Fecomércio

Custo de vida do paulistano aumenta em outubro, diz Fecomércio

Por: Editor CM 1.018 views

Levantamento de preços indica alta de 3,37% no custo de vida nos últimos 12 meses em São Paulo, considerando o período encerrado em outubro

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O levantamento de preços realizado pela Fecomércio indica uma alta no custo de vida de 3,37% nos últimos 12 meses na cidade de São Paulo, considerando o período encerrado em outubro – 0,47% no mês. Os principais aumentos foram observados em botijão de gás e álcool combustível.

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No acumulado dos dez primeiros meses do ano, a alta foi de 2,56%. Os dados são da pesquisa “Custo de Vida por Classe Social”, realizada mensalmente. O segmento habitação encerrou o mês com alta de 1,21% e total acumulado de 4,97% nos últimos 12 meses. Pesou aí o aumento de 5,45% no preço do botijão de gás.

Outro setor que puxou a alta do índice foi o de transportes, cujos preços cresceram 4,32% nos últimos 12 meses. Dentro do setor, as maiores altas ocorreram no preço dos combustíveis, especialmente do etanol, que subiu 1,54%.

Houve apenas dois segmentos que sofreram pequenas quedas de preço: artigos para o lar (-0,46%) e educação (-0,01%).

Nos últimos 12 meses, o Índice de Preços no Varejo (IPV), cresceu 1,14%, enquanto o índice de serviços (IPS) cresceu 5,78%. No varejo, houve quedas nos preços de artigos de residência (-0,46%), educação (-0,20%) e alimentos e bebidas (-0,03%).  O IPS avalia 66 itens de serviços, euquanto o IPV analisa 181 produtos de consumo.

Segundo a FecomercioSP, os serviços se mantiveram como principais responsáveis pelo aumento no custo de vida na região metropolitana de São Paulo, embora se concentrem, em sua maioria, em itens que possuem preços administrados pelo governo.

Apesar disso, os preços ao longo de 2017 oscilam em patamares mais moderados, em comparação com os anos imediatamente anteriores, o que indica uma melhora no orçamento familiar. Com isso, a inflação oficial deve encerrar o ano abaixo da meta estipulada pelo Banco Central. Além disso, a previsão do mercado é que essa situação se mantenha no ano que vem.

O levantamento da Fecomércio também utiliza informações da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, classificando os dados de acordo com as classes de renda familiar e analisando 247 itens de consumo.

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