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Quanto vale um banco de dados??

Publicado em 18/11/2008 por Gabriela Fontes

O CEO da Direkt garante que, se bem utilizado, pode trazer vantagem ao consumidor e as empresas

As empresas, muitas vezes, investem em listas informais para obter dados de consumidores, para trabalhar ações de marketing e vendas, com a ilusão de que quantidade é qualidade.

A idéia, segundo Vicente Criscio, CEO da Direkt, é enriquecer, incrementar e, principalmente, acompanhar o ciclo de vida dos consumidores de uma base de dados própria. “Só com o acompanhamento correto dos dados dos consumidores é que poderemos dar força ao efetivo resultado do e-mail marketing. Não podemos deixar acontecer o mesmo que aconteceu com os outdoors.”

Geralmente, as empresas que vendem listas informais não têm controle sobre os mailings, vendem o mesmo conteúdo para 10, 20 ou 50 empresas no mesmo período, fazendo que o consumidor seja massacrado por spams.

“Parece chavão, mas hoje em dia, o consumidor interage de maneira diferente com a base de dados, ele é menos fiel e mais critico. Como está exposto a um maior número de informações, é preciso traçar uma boa estratégia, já que eles não aceitam mais a primeira oferta”, afirma Criscio.

A tendência é que esse volume de listas informais diminua com as novas regulamentações. Porém, a bandeira a ser levantada é para que os publicitários comecem a investir da forma correta para garantir melhores resultados.

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Com a entrada em vigor da regulamentação dos SAC's, empresas investem para cumprir as novas regras e para atender um consumidor cada vez mais exigente e impaciente.

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