Democraticas

O conceito de marca democrática

pode ser entendido de muitas maneiras, causa um estranhamento inicial,
mas é de fácil compreensão. Afinal, uma marca democrática deve falar com
qualquer classe social, em qualquer lugar, sem distinções ou problemas com
segmentações socioeconômicas. Em suma, a proposta do estudo realizado,
cujos resultados balizam fielmente o conceito construído.

Conheça os Resultados

Uma marca democrática conversa com todos os públicos, das classes mais baixas às de maior poder aquisitivo. Confira aqui os resultados do estudo Marcas Democráticas.


Estudo

O que é uma marca democrática?
A ideia de marca democrática já surgiu em determinados momentos no mercado: como uma forma de alerta às marcas de luxo, que apenas poderiam valer-se dos ganhos reais de renda da classe C dos últimos anos se democratizassem o acesso a alguns de seus produtos, e também como uma atribuição que marcas como a Havaianas dão a si mesmas – nenhum recorte de classe poderia contemplar a diversidade de seus públicos, por exemplo. Mas nunca foi desenvolvido um estudo que procurasse definir metodológica e rigorosamente o conceito.


Em parceria com A Ponte Estratégia, a revista Consumidor Moderno lança ao mercado o estudo inédito e exclusivo Marcas Mais Democráticas do Brasil, que identifica os atributos necessários a uma marca para que ela seja considerada democrática, e quais são aquelas que são identificadas como tal pelos consumidores.

Afinal, a configuração de classes sociais se alterou profundamente no Brasil nos últimos anos com a emergência da Classe C, crescimento real da renda e ampliação do acesso ao mercado de crédito. O perfil de consumo se alterou e, a despeito da crise econômica em curso, o consumidor se habituou a comprar mais e melhor – isto é, a adquirir bens de consumo de maior valor e qualidade. Deste modo, marcas pouco acessíveis anos atrás não só figuram como parte do desejo de consumo dos indivíduos, mas também já são adquiridas por eles.

Naturalmente, haverá ainda marcas de luxo voltadas para um público exclusivo e que ainda figurarão como desejo de consumo e evidência de ascensão social, afinal faz parte do ethos destas marcas.

Ou seja, o primeiro insight que uma marca deve tirar desta alteração de perfil é: vale a pena ainda figurar como uma marca exclusiva, para poucos – excludente? Este luxo não cabe a todas as marcas. Caso se posicionem desta forma, deixarão de explorar um valioso nicho de mercado, cujo poder de compra cresceu e ainda tem muito potencial – em suma, perderão mercado para aquelas que não discriminam classes.

Portanto, eis a relevância de um estudo sobre marcas democráticas: será o primeiro a mostrar ao mercado, por meio de uma metodologia rigorosa e know how de prestígio no mercado, quais os atributos que uma marca deve carregar consigo para ser considerada democrática e quais, do ponto de vista dos consumidores consultados, podem ser consideradas como tal.


Metodologia

O estudo possui metodologia qualitativa e quantitativa e foi realizado em duas etapas. A primeira etapa, qualitativa, teve como objetivo identificar quais os atributos uma marca deve ter para ser considerada democrática, por meio de Focus Groups. Foram formados 8 grupos de discussão, com 4 grupos de classes AB (misto) e 4 grupos de classes CD (misto), realizados em fevereiro de 2016, cujos respondentes pertenciam a faixa etária de 25 a 45 anos. Na discussão de quais atributos uma marca deve ter para ser democrática, os mais citados foram:

- O produto tem a ver comigo;
- Acessibilidade;
- Ações sociais;
- Preço e qualidade;
- Coerência;
- Praticidade;
- Ações promocionais;
- Boa logística e comunicação;
- Comunicação em todo lugar.

Nota-se que os grupos elegeram as características (atributos) de maneira objetiva e homogênea.

  - 7 questões fechadas (Sim/ Não) para validar se os atributos citados na primeira etapa eram coerentes para um amostra maior da população (isto é, não apenas os Focus Groups); - 1 questão aberta, que investigou qual a marca mais democrática na opinião de cada consumidor que respondeu à pesquisa.

  A pesquisa foi aplicada por meio de questionário on-line junto a uma amostra de 1200 pessoas, realizada em abril.

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