Como ampliar o horizonte educacional no Brasil e ainda obter diferenciação no mercado

Assumir um papel mais amplo perante a sociedade e não focar exclusivamente na obtenção de lucro e criação de riqueza, se tornou um diferencial competitivo nos últimos anos. Veja com a operadora TIM tem explorado esta vertente  

A responsabilidade social das empresas é um tema atual e vem ganhando cada vez mais espaço na agenda de líderes de negócios. Assumir um papel mais amplo perante a sociedade e não exclusivamente focar na obtenção de lucro e criação de riqueza, tem se tornando um diferencial competitivo nos últimos anos.

A deficiência educacional não tem impactos apenas pedagógicos, o país também paga a conta em áreas onde o desenvolvimento socioeconômico sustentável depende diretamente da qualificação de seu capital humano.

Em alguns casos, deficiências do ensino são compensadas com autodidatismo ou através de oportunidades de capacitação oriundas da iniciativa privada, como é o caso do Instituto TIM. Lançado em agosto de 2013, o projeto atua em quatro pilares: o ensino, a inclusão, as aplicações tecnológicas e o trabalho, incentivando desde a formação de professores da rede pública, até a criação de soluções para a democratização do ensino, sempre buscando utilizar a tecnologia móvel como um dos principais habilitadores, já que é a essência do negócio da empresa.

Um dos exemplos é a parceria com a Pastoral da Criança. A TIM fornece dispositivos móveis com tecnologia capaz de enviar via SMS os dados coletados pelos voluntários da Instituição para o Ministério da Saúde, onde serão contabilizados e transformados em dados estatísticos. Antigamente, essa coleta era feita por meio de um formulário de papel e quando os resultados eram divulgados estavam defasados.

Além deste trabalho com a Pastoral da Criança, o Instituo TIM coordena o TIM Faz Ciência; Ciência Sem Fronteiras; TIM Tec; São Paulo em Suas Mãos; Mapas Culturais, Bateria dos Jovens Surdos; Agentes da Transformação e o Círculo da Matemática do Brasil. Este último, por exemplo, encerrou 2013 beneficiando cerca de sete mil crianças da rede pública brasileira, sendo mais de 400 em São Paulo. A metodologia – desenvolvida pelo casal PhD da Universidade de Harvard, Bob e Ellen Kaplan – busca aprimorar o ensino da disciplina e estimular o aprendizado de estudantes entre sete e nove anos de uma forma participativa, lúdica e divertida. Além da capital paulista, o projeto envolve 50 professores também em Brasília, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Aracaju e Belém e deve ser expandido para outros Estados ao longo de 2014.

A iniciativa é considerada uma revolução no ensino da matemática, já que um mau desempenho inicial limita o aprendizado do aluno nas séries posteriores. A principal avaliação internacional sobre o desempenho dos estudantes, feita pela Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e divulgada no fim de 2013, mostrou que o Brasil melhorou a qualidade do ensino de matemática, mas ainda ocupa as últimas colocações. O país aparece na 58ª posição, atrás do Chile, Uruguai e Cazaquistão, por exemplo.

O Instituto ainda possui parceria com o Museu de Ciências Naturais (PR); o Espaço TIM UFMG do Conhecimento; o Museu de Astronomia e Ciências Afins (RJ); o Museu Paraense Emílio Goeldi (PA); a Fundação Abrinq; o Instituto Ronald McDonald; o Instituto Ayrton Senna e a Casa de Passagem; entre outras instituições.

Presidido pelo executivo Manoel Horacio, tendo a frente, Glória Rubião, como Gerente de Responsabilidade Social Corporativa da TIM Brasil, o Instituto é chancelado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, que busca cooperar com os projetos e avaliar a evolução dos beneficiados. No entanto, não há apoio financeiro ou qualquer repasse de recursos. Apenas parcerias com prefeituras, secretarias estaduais e municipais e organizações do terceiro setor.

“O objetivo da companhia é que ele se torne um importante interlocutor e difusor de políticas públicas de inclusão e de educação. Esse será o foco de 2014 e, por isso, a empresa está aberta a analisar a participação em novos projetos, ampliando cada vez mais a atuação do Instituto e contribuindo, assim para o desenvolvimento do país”, explica Glória Rubião.

Hoje, o Instituto tem projetos com alcance nacional, em todas as regiões do Brasil. Em breve, serão lançados editais para prospecção de novos projetos.

Se o caminho para a evolução competitiva e econômica do Brasil, bem como a formação de melhores profissionais passa, ou deveria passar, definitivamente por ações de companhias e organizações privadas, sem dúvida, ele tem a palavra colaboração como a única ponte para sua construção.

“Acreditamos que os três setores – governo, empresas e organizações sociais – devem atuar em conjunto para a evolução competitiva e econômica do país. Para a TIM, a difusão da educação e das aplicações da ciência com cunho científico e tecnológico possibilita o desenvolvimento e a transformação da sociedade. Por isso, firmou esse compromisso com a população através do Instituto, que busca aprimorar a formação das próximas gerações”, complementa Glória Rubião, Gerente de Responsabilidade Social Corporativa da TIM Brasil.

Condutas como esta da TIM, além de transformar o presente e o futuro de seus beneficiados, incorpora à imagem da empresa um alto grau de humanização frente a seus stakeholders. Seus ativos passam a ser não apenas as melhores performances de mercado. A responsabilidade social já é vista como uma estratégia a mais para manter ou aumentar a rentabilidade de uma empresa e potencializar o seu desenvolvimento. Basta constatarmos a maior conscientização do consumidor hoje, o qual procura por produtos e práticas que gerem melhoria para o meio ambiente e para a comunidade.

Assita ao vídeo do Instituto TIM sobre o projeto Círculo da Matemática do Brasil e confira a metodologia desenvolvida pelo casal PhD da Universidade de Harvard, Bob e Ellen Kaplan:


 
Visite: www.institutotim.com.br






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