Porta dos Fundos, o cliente e os negócios

Integrantes do grupo criador do canal de mais de um bilhão de visualizações no YouTube participará do Conarec 2014. Mas suas sátiras vão além da piada e podem ensinar lições valorosas para empresas, líderes e colaboradores sobre como melhorar a operação.

O canal do YouTube Porta dos Fundos chegou a mais de um bilhão de visualizações na rede, fechou até contrato com a Fox e é sucesso indubitável. Mas as sátiras feitas por Fábio Porchat, Gregório Duvivier, Clarice Falcão, Leticia Lima, Luis Lobianco, Rafael Infante e sua turma de humoristas ácidos pode ensinar algumas lições ao já não tão sisudo mundo corporativo.

 

1. O fiasco prenunciado das compras coletivas

No vídeo Compra Coletiva, de setembro de 2013, o canal troça com o já falido modelo de compras coletivas, que já causou inúmeras reclamações em órgãos de defesa do consumidor e muita dor de cabeça para quem comprava. O Groupon anunciou na semana passada que abandonou o modelo para recriar seu modelo de negócio. Visionários.

 

 

2. A hora do aumento

No vídeo “Aumento” a funcionária cria coragem para pedir, é claro, um aumento de salário, que é dificultado de todas as maneiras pelo chefe. Apesar do exagero, é um retrato de como as relações hierárquicas dentro das companhias ainda são distantes e a cultura do “medo do chefe” ainda está arraigada na cabeça dos colaboradores.

 

 

3. (Des)atendimento ao cliente

O atendimento ao cliente é um dos temas mais recorrentes do canal. O vídeo Pirataria satiriza os produtos pirateados e sua qualidade duvidosa. O vídeo “Sinais” coloca o grande vilão das telecomunicações em xeque: o sinal de celular. Esse vídeo é uma espécie de continuação do famoso “Cancelamento”, anterior à criação do Porta dos Fundos, protagonizado por Fábio Porchat, em que tenta cancelar sua linha de telefone e é transferido inúmeras vezes, sem sucesso.

 

 




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