O inusitado mercado de consumo para animais de estimação

Cerveja para cachorro, purificador de água com sensor, GPS para localizar o bicho. O que mais falta inventar?

Por: - 6 anos atrás

Com a evolução do mercado para animais domésticos, existir um condicionador de chocolate para cachorro já não é nenhuma surpresa. Mas o que dizer de um purificador de água com sensor, que liga quando o cachorro passa próximo do aparelho? Praticidade e economia, essencial em tempos de água escassa como vivemos. Fato é que o mercado para animais domésticos está bem servido de produtos.

Muitos cachorros resolvem explorar o bairro e acabam se perdendo em suas aventuras. Para isso, inventaram a coleira com GPS para cachorro. O dono vai saber exatamente onde seu melhor amigo está através de um computador ou smartphone. Para os mais controladores, o ‘prato-relógio’ vai atender às expectativas. Ele permite que a hora da comida seja programada através de um sistema de tampa giratória.

As outras invenções continuam com o limpador de cocô que exime o dono de colocar as mãos para limpar, o colete para refrescar o cão no verão, cama com água para refrescar o animalzinho em dias quentes, esteira ergométrica para cachorros, máquina de bronzeamento artificial, casaco terapêutico e ‘canguru’ para transportar pet.

Para finalizar, o ChatterBowl: uma tigela de comida que registra a voz do dono. Basta gravar a mensagem de até 10 segundos e a voz dele tocará no alarme, sempre que o animal de estimação parar para comer ou beber.

Vida alimentar animal

Já há algum tempo foi lançada a Dog Beer, cerveja específica para cachorros. A fabricante, a Owens-Illinois divulga que a bebida é rica em nutrientes, sais minerais, aminoácidos e vitaminas do complexo B. Custa R$ 9,90. Animais acima de 4 quilos podem consumir uma garrafa por dia, enquanto aqueles abaixo desse peso podem ingerir até meia garrafa, com possibilidade de ser servida gelada ou na temperatura ambiente.

Mas não é tudo que seus animais domésticos podem comer. O site Cachorro Verde ensina quais alimentos não devem ser dados ao seus pets:

Chocolate: o fígado do cachorro não metaboliza a teobromina, derivado do cacau e prima da cafeína. Pode intoxicar gravemente e causar taquicardia, espasmos musculares, vômitos e diarreia.

 

Carambola: pode prejudicar os rins do cachorro.

Massa crua de pão ou bolo: o fermento da massa crua produz gases e álcool no trato digestório do animal, causando dor e desconforto pela distensão do estômago ou alças intestinais.

Cebola e acebolados: pode provocar um tipo grave de anemia nos pets. O perigo é exponencialmente maior para os gatos, muito mais sensíveis à intoxicação por cebola.

Macadâmias: até doze horas depois da ingestão dessas castanhas redondinhas, cães e gatos podem apresentar fraqueza, depressão, vômitos, tremores e hipertermia
Batata: batatas, tomate, berinjela, jiló e pimentão deprimem o sistema nervoso central e provocam transtornos gastrintestinais

Casca e folhas de abacate: tóxico a aves, cavalos, porquinhos-da-india, caprinos e coelhos.

Uvas e passas: podem danificar os rins dos animais