Varejo mantém aceleração e cresce 7,5% em fevereiro

Para este mês, o IAV-IDV aponta alta de 4% em relação a março do ano passado; já as estimativas de crescimento para abril e maio são de 10,3% e 10,5%, respectivamente

O varejo tem mostrado forte ritmo de crescimento neste início de ano e, segundo o IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente pelo IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), fevereiro teve um crescimento de 7,5% em comparação com o mesmo mês do ano anterior e também mostrou aceleração em relação a janeiro de 2014, quando o indicador cresceu 6,8% nas vendas, mais uma vez com grande aderência em relação à Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE, que ficou em 6,2%.

Em relação às expectativas de vendas para este e os próximos dois meses, os associados da entidade apontam alta de 4% em março em relação ao mesmo mês de 2013, em função do efeito calendário, 10,3% em abril e 10,5% em maio, na mesma comparação.
O varejo de não-duráveis, que responde em sua maior parte pelas vendas de super e hipermercados, foodservice e perfumaria, apresentou alta de 4,5% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Já a expectativa para março é de queda de 0,7%, basicamente pelo efeito Carnaval, e crescimentos expressivos em abril e maio, de 10,9% e 13,2%, respectivamente.

Já o setor de bens semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, foi o grupo com desempenho mais elevado no período. Os associados apontaram alta expressiva de 13,9% das vendas realizadas em fevereiro. Em relação aos próximos meses, a expectativa é de alta de 9,6% em março, 12,3% em abril e 12,8%, em maio.

Com a manutenção das alíquotas reduzidas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para linha de móveis e linha branca, além da continuidade do programa governamental Minha Casa Melhor, os associados do IDV divulgaram que o segmento de bens duráveis atingiu alta de 6,1% em fevereiro. Para os meses subsequentes, as expectativas são de alta de 5,8% em março, 8,1% em abril e 7,2% em maio, na mesma comparação com os respectivos períodos do ano passado.




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