No Facebook, conte histórias

Bruno Belardo, client partnet do Facebook e o próprio Mark Zuckerberg alertam que no Facebook a proximidade é o melhor canal.

Por: - 5 anos atrás

?Quando eu postar esta selfie, estarei reconstruindo a internet?, afirmou Bruno Belardo, client partner Facebook, no Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente, Conarec 2014. A selfie a qual se referia era a foto feita com a platéia no momento anterior à palestra. Para ele, cada foto postada representa uma reconstrução da internet. ?Não adianta querer não participar?, defende.

Ele sustenta, então, que a web é feita de pessoas, assim como o Facebook. Este, por sua vez, é composto também pela interação entre indivíduos e marcas. Esse simples conceito propõe o valor de toda uma sociedade que se constrói: estamos conectados, inevitavelmente. ?Não são apenas as pessoas, de uma maneira geral, que estão no Facebook. São as pessoas e marcas com quem o usuário se importa?, defende.

Há alguns anos, esperávamos os jornais chegarem, pela manhã, para saber as notícias mais recentes. Hoje, tudo está no Facebook. São 1,3 bilhões de usuários ativos. Destes, 63 milhões acessam a rede diariamente. Dentro desse contexto, a marca não pode apenas entender com quem quer falar, ou saber quem é o cliente. O que importa é o impacto.
 
?O celular, atualmente, domina a segunda tela da nossa sala de estar. Não apenas ele, entretanto. O notebook também faz isso, assim como os tablets?, afirma o executivo. O consumo diário da rede social é similar ao das principais redes de televisão.

Em vídeo, Mark Zuckerberg, o fundador, deixa um recado exclusivo para o Conarec: ?queremos ser um grande parceiro para todos vocês?. Assim, a recomendação mais clara de Belardo é básica: ?conte histórias, não apenas fatos?.