Holograma, games sem console, óculos virtuais: o futuro dos games

Não são poucos os fãs de Star Wars que um dia sonharam em lançar um olhar desafiador para Darth Mau ou mesmo o Darth Vader, ligar o seu sabre de luz e bradir sua espada numa batalha contra um desses vilões do lado negro da força. Mais do que isso: já pensou em dar uma surra e um desses caras em casa e por meio da conhecida tecnologia do holograma?

A probabilidade é mais do que real e há quem diga que isso deverá ocorrer em menos de 10 anos. Loucura? É que o andam dizendo especialistas em tecnologia e outras pessoas ligadas ao desenvolvimento de jogos e/ou em tecnologia de uma maneira geral. Eles podem estar errados? Sim, é bem possível. Afinal, 10 anos é muito tempo para um setor como o de tecnologia em que ideias surgem, materializam-se e somem na mesma velocidade. Por outro lado, isso não é novo no mundo dos games e já foi usado comercialmente no jogo chamado Hologram Time Traveler, da Sega. A ideia naufragou, mas lançou as bases para essa possibilidade. Eis o vídeo:

 

Realidade virtual

Pensando em um prazo menor, o ano de 2015 será o ano dos óculos de realidade virtual ? e isso, sim, é um fato. Em 2014, empresas como a Sony (Project Morpheus) e Samsung (Gear VR) lançaram os seus óculos virtuais, respectivamente, o Project Morpheus e o Gear VR. Em junho ou julho a Microsoft deve acompanhar essa tendência e há quem aposte no lançamento entre junho e julho. Os device terá funções que vão desde acesso as redes sociais e até, claro, ao uso para fins lúdicos.

A guerra, aliás, promete ser feroz no próximo natal. Todas essas empresas liberaram esses óculos para desenvolvedores de jogos ao redor do mundo. Já existem games para esses óculos e outros em desenvolvimento. Mais do que isso, há até mesmo vá além e já apresente versões ainda mais elaboradas da realidade virtual, como é o caso da start up austríaca, Cyberith. A partir do chamado do óculos da marca ?Óculus Rift?, eles desenvolveram o Virtualizer, uma estação cuja ideia é se movimentar no jogo virtual sem sair do lugar. A ideia foi lançada no Kickstarter e em pouco tempo arrecadou mais de US$ 300 mil, dinheiro mais que necessário para criar o protótipo, que já existe. No site da empresa é possível conhecer melhor Virtualizer (www.cyberith.com).

Nos casos da Sony e Microsoft, a ideia é aproveitar os óculos nos consoles Playstation 4 e Xbox One. Ao mesmo tempo, as empresas não devem perder de vista o uso dos seus leitores de movimento e que já são usados em seus consoles. No caso da Sony, a empresa deve apostar em uma pulseira que deve aposentar o bastão. Na Microsoft, a ideia é diminuir ainda mais o tempo de resposta do leitor de movimento presente na câmera do Kinect.

Uma aposta também para esse ano ou um pouco mais é a independência de algumas desenvolvedoras de jogos das fabricantes Sony e Microsoft. A Ubisoft mostrou a sua força ao oferecer o jogo de dança Just Dance e que necessita apenas de uma tela de computador e um smartphone (que substitui o leitor de movimento da Sony, por exemplo).

A Ubisoft em parceria com a Coca-Cola realizaram um flash mob no Picadilly Circus, em Londres, com o Just Danceno dia 8 de novembro de 2014. O resultado? Fantástico e que pode ser visto no vídeo abaixo.

O que vem depois de tudo isso? Isso são cenas dos próximos capítulos…






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