Carros e saúde: a primeira fronteira da internet das coisas

Muito ainda se discute (e duvida) dos produtos inseridos no conceito de internet das coisas. Evidententemente, há um longo caminho a ser percorrido, que inclui especialmente o barateamento de tecnologia. Mas caso a ideia vingue, há quem diga que a primeira fronteira será a área da saúde e, em seguida, os carros.

Essa é uma das apostas de David Ruiz, consultor de sistemas e negócios da área de inovação da Telefonica Vivo. Ele foi o palestrante na exposição denominada “Desenvolvendo aplicações para a internet das coisas”, voltada para um público mais técnico e formado por desenvolvedores.

“Vejo os primeiros objetos voltados para a área da saúde, principalmente para o monitoramento de pacientes na residência. Eles vão identificar uma anomalia a partir da ingestão de açúcar em excesso, no caso do diabético, ou o aumento da pressão após algum incidente caseiro. As informações serão passadas a um enfermeiro ou outro profissional da saúde”, disse.

Outra aposta de Ruiz serão os carros. Na verdade, a conectividade de carros já é uma realidade em países como Alemanha, mas é algo ainda distante do público majoritário de veículos. “Serão carros inteligentes, conectados. Isso já está acontecendo”, explicou.

Veja o exemplo da BMW:

 

Leia mais:

Big Data: o garimpo do mundo contemporâneo

Relacionamento e coleta de dados: como uma coisa pode levar à outra

Inovação: artigo em extinção nas empresas de todo o mundo

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS

Vídeos

VEJA MAIS

Revista Consumidor Moderno

VEJA MAIS