Computadores estão com os dias contados? Parece que sim

O sempre cíclico mundo tecnológico deu início a contagem regressiva para o fim dos PCs, esse dispositivo que deu início a massificação da comunicação em rede ao redor do mundo e que viu surgir chats, as redes sociais e tantos websites. E que irá substituí-lo no futuro em casa ou no trabalho? A resposta pode estar no seu bolso, por incrível que pareça.

O tema “O Fim do Computador” foi tema da palestra de Helio Costa Júnior, professor do instituto de ciencias sociais aplicadas na Universidade de Alfenas. Especialista em internet, ele falou sobre a origem, o presente e o futuro da comunicação em rede. Na opinião dele, as pessoas vão utilizar diferentes dispositivos para uma determinada situação, seja sentado no trabalho, na cama em casa ou em qualquer outro lugar que exista o interesse pela comunicação.

Na opinião de Costa Júnior, há dois caminhos possíveis. O primeiro, como já dito, é uma plataforma específica para diferentes situações. No entanto, ressalta ele, apenas um aparelho será o ponto central de todos os dados de cada indivíduo: o smartphone. Hoje, em muitos casos, ele ainda é o PC ou o Lap Top.
“Terá um dominante e penso que será o smartphone. É a partir dele que você irá controlar a sua vida. Por exemplo: eu você quer ouvir a música Happy, do Pharrel Williams, mas daí se lembra que ele está guardado em um dispositivo na sua casa. Sem problemas. A conexão permite ir até esse dado e, dessa forma, satisfazer a sua necessidade”.

A segunda possibilidade é buscar um aparelho híbrido, ou seja, que ele reúna as melhores características de ambos do PC e do celular. O tablet é uma possibilidade, muito embora há quem diga que o aparelho não teria uma vida muito longa – e as vendas de tablet registradas em janeiro deste ano já mostram uma tendência de queda.

 

Bring your own device

A mudança de comportamento pelo fim do PC já é percebida no ambiente de trabalho. Muitas empresas cessaram os investimentos em computadores e, dia após dia, pedem que os funcionários tragam os próprios notebooks. Trata-se de um movimento chamado “Bring your own device”.

“Um exemplo aconteceu faz pouco tempo com um amigo. Ele tem uma filha que começou a trabalhar para uma empresa da organização do Rock in Rio. A exigência contratual da empresa é justamente a necessidade de levar o próprio computador. É evidente que setores administrativos não podem se dar ao luxo de deixar que funcionários levem informações de outros funcionários para casa. Mas áreas de criação, mais abertas, isso já está acontecendo. E isso é um indicativo forte pelo fim do PC no trabalho”, disse.

 

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