Inteligência humana e artificial: robôs em prol dos humanos

Humanos e robôs não precisam competir. Podem coexistir e fazer do mundo um lugar melhor

Por: - 4 anos atrás

 Em uma era em que humanos temem cada vez mais a tomada de seus lugares pelas máquinas, alguns exemplares dos Homo sapiens sapiens resolveram colocar em prática a máxima: se você não pode com eles, junte-se a eles.

No Zoo Petting Robot, o pequeno zoológico de robôs do South By Southwest, alguns protótipos provaram que a inteligência humana aliada à inteligência artificial podem mudar o mundo. Ou torná-lo um lugar bem mais, veja só, humano.

Um dos exemplares é o meio de comunicação via balão, o Illumilloon. A proposta é empoderar comunidades em áreas de riscos de desastres naturais, com um comunicador que pode ser disparado quando não há eletricidade ou meios de comunicação convencionais e pode diferenciar pedidos de socorros médicos e suprimentos.

O Illumiloon foi criado pelos estudantes da Universidade de Yale, Jane Smith, Edward Wang e e Kamya Jagadish e é ainda um protótipo. A aderência, segundo Jane, pode ser mundial, já que a medida pode ser adotada por qualquer governo de qualquer lugar que tenha situações de risco natural.

Outro exemplo de como a tecnologia nos empodera é a tecnologia de humanidade aumentada e tecnologia vestível trazida pela Borgfest. Durante o evento, a empresa mostrou um robô voador que é ativo pela força do pensamento, por meio de um óculos-capacete, com sensores que captam as ondas cerebrais. Parece superficial, mas por trás disso existem próteses e dispositivos vestíveis que podem ser usados de maneira muito mais intuitiva.

O Bujold é um exemplo prático disso, muito usado durante os resgates do ataque ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, com uma câmera e capacidade de visualização que permite ter uma perspectiva privilegiada nas buscas.