Crise passa longe da Renner

Varejista lucra 43,8% mais no trimestre, com alta de 24,1% nas vendas

A Renner, uma das principais redes de lojas de departamentos do País, não soube o que era crise no primeiro trimestre deste ano. A empresa fechou o período entre janeiro e março com um crescimento de 24,1% em suas vendas líquidas, para R$ 1,01 bilhão, e evolução de 16,5% em lojas abertas há mais de 12 meses.

As despesas operacionais tiveram um ligeiro recuo no trimestre e a margem bruta avançou 2,6 pontos percentuais, fazendo com que a companhia registrasse um lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) de R$ 130,7 milhões, alta de 77,5% na comparação anual. O lucro líquido da empresa foi de R$ 73,2 milhões, com expansão de 43,8% em relação ao primeiro trimestre de 2013.

O tíquete médio da empresa foi de R$ 119,44, 7,5% acima do mesmo período do ano passado. Os portadores do cartão próprio da rede, porém, gastaram mais nas lojas: R$ 165,73 em média, por compra, 6,5% mais que em 2014. No primeiro trimestre de 2015, o aumento do tíquete médio foi puxado pelos novos clientes da rede, que não tinham ainda o cartão private label.

A Renner fechou o trimestre com 249 lojas, além de 25 unidades com a bandeira de vestuário Youcom e 58 unidades de acessórios para casa com a marca Camicado.

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