Carreira: os seis empregos mais ameaçados de extinção

Alguns profissionais precisarão ampliar seu leque de atuação para que não sejam engolidos pelo mercado

A tecnologia trouxe mudanças substanciais para o mercado de trabalho. Apesar de a mudança de modelos ser real e a máquina jamais superar o homem, os profissionais terão de reinventar-se para não competir com o que é automatizado.

Veja seis ocupações que provavelmente não existirão mais em até 10 anos.

1. Operador de caixa
O aumento de opções de autoatendimento digital deixa clara essa ameaça. Mas isso não é a única preocupação: o alcance cada vez maior de comércio eletrônico, com a pioneira Amazon Fresh como modelo de entregas de alimentos frescos e modelos similares podem ajudar a enterrar a demanda por esse tipo de profissional. Embora nunca tenha sido uma opção que ofereça grandes salários ou plano de carreira, é uma área que ainda emprega muitos profissionais.

 

2. Atendente de Telemarketing
Outra carreira em perigo de extinção são os operadores de telemarketing. Embora a indústria do telemarketing não esteja nem um pouco ameaçada, é possível que os atendentes sejam substituídos por robôs. Mas seu telefone continuará tocando.

 

3. Estoquista
Descarregar caminhos e abastecer prateleiras também é algo que está ameaçado pelos nossos amigos automatizados. Especialmente porque os riscos desse trabalho, como problemas de coluna e indenizações por danos causados durante a atividade comprometem o orçamento das empresas.

 

4. Agentes de viagens
Não tem para ninguém depois dos comparadores online de preços de passagens e hospedagem, reservas de hotéis e dicas de passeios. Parece que esse será o fim (ou uma queda acentuada) dos agentes de viagens.

 

5. Digitador
Antes um computador era uma máquina para pessoas que computavam dados. Isso também era uma profissão, mas com o aperfeiçoamento dos softwares de reconhecimento de voz, seu fim, já previsto, parece ser inevitável.

 

6. Social Media
Surpreso por ver uma das profissões da moda na lista? Não fique. Aparentemente na nova economia tecnológica o que vem fácil, vai fácil. Com as novas gerações que já nascem e crescem conectadas, as mídias sociais estatão cada vez mais integradas à vida dos trabalhadores.  A própria onipresença das mídias sociais significa que a presença de profissionais de mídias sociais dedicados apenas a isso se tornará cada vez menos necessária: como todos ao seu redor terá as habilidades necessárias, especialistas vão encontrar cada vez menos demanda por seus serviços.

* Com informações do FinancesOnline.com

 

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