As 15 melhores cidades do mundo para andar de bicicleta

Elas tornaram-se um meio de transporte tão utilizado, que empresas patrocinam a possibilidade de você ir para o trabalho ou para casa de bicicleta

Por aqui, as magrelas já foram motivo para que o prefeito de São Paulo ganhasse e perdesse candidatos a seu favor. Isso porque, com a construção de ciclofaixas, a população dividiu-se entre quem era a favor e quem era contra dividir o espaço entre carros, ônibus, motocicletas e bicicletas.

Todo o Brasil está em processo de tornar a magrela um meio de transporte realmente respeitado por todos. Enquanto alguns lutam pelo respeito mútuo, confira as 15 melhores cidades do mundo para dar um volta na magrela.

Copenhague, Dinamarca

Na cidade a bicicleta é o principal meio de transporte da metade da população. Quatro novas pontes para bicicletas que atravessam grandes rodovias estão a caminho e atenção especial é dada à integração entre as bikes e outros modais, como os ônibus. Agora o mais radical: a cidade estuda a ousada proposta de usar o tempo de viagem de bicicleta como base para todos os semáforos e projeções de fluxo, em vez de usar os tempos de viagem de carro, como tem sido feito há décadas.

Amsterdã, Holanda

Mais da metade dos moradores de Amsterdã usa as bikes como principal meio de transporte nos seus deslocamentos diários. As ruas da cidade são todas adaptadas para o tráfego sobre duas rodas, com ciclovias, corredores compartilhados, postos de aluguel e de guarda e até sinais especiais.Tamanha popularidade das magrelas já gera problemas urbanos, como a saturação de áreas centrais. O desafio para Amsterdã é mostrar ao mundo como continuar a desenvolver essa estrutura cicloviária através inovação.

Utrecht, Holanda

Ousada, Utrech está construindo o maior estacionamento para bicicletas a céu aberto de que sem tem notícia, com mais de 12 mil vagas. Além disso, os cerca de 640 mil moradores da região metropolitana desfrutam de uma generosa rede de infraestrutura para bicicletas.

Estrasburgo, França

Atualmente, as bicicletas repondem por 15% dos deslocamentos diários no centro da cidade e a 8% na área metropolitana. A exemplo de outras cidades nesta lista, tal participação resulta dos esforços de uma geração de planejadores urbanos que insistiram nas magrelas como  meio de transporte.

Eindhoven, Holanda

Outra cidade holandesa a marcar presençana quinta colocação. E foi a inovação que a colocou lá. Exemplo disso é a construção do visionário Floating Roundabout, uma ponte estaiada de forma circular, criada especificamente para as magrelas.

Malmö, Suécia

A sueca Malmö toma como exemplo a dinamarquesa Copenhague. Uma inovação que não passa despercebida foi a criação de vias exclusivas para magrelas com direito a nome próprio, o que a facilita a localização por GPS.

Nantes, França

A cidade embarcou em uma jornada impressionante. Enorme vontade política é a chave para a mudança de paradigma na cidade e sua área metropolitana. Um plano municipal, criado em 2009, movimentou investimentos da ordem de 40 milhões de euros até 2014. Resultado: a cidade aumentou sua infraestrutura cicloviária para cerca de 400 km.

Bordeaux, França

Mundialmente conhecida por seus vinhos, a cidade de Bordeaux, na França, vem chamando atenção por outro motivo. Ela foi eleita o oitavo melhor lugar para andar de bicicleta no mundo. Segundo a Copenhagenize, a cidade tem investido de forma brilhante em ciclovias e ciclofaixas.

Antuérpia, Bélgica

Antuérpia é a melhor cidade na Bélgica para andar de bicicleta. Há amplos estacionamentos ao redor da cidade e da estação de trem local, e o uso da bicicleta como transporte é abraçado por todas as idades e salários

Sevilha, Espanha

A capital da Anadaluzía, na Espanha, já foi chamada de “garota-propaganda do planejamento em prol das bicicletas?. A partir de uma cota modal de meros 0,5% em 2006, as magrelas da cidade agora possuem 7% de participação modal.

O rápido aumento do tráfego de bicicletas deve-se à visionária vontade política. A transformação foi rápida, intensa e positiva. Seu sistema de compartilhamento de bicicletas desempenhou papel central nessa revolução.

Barcelona, Espanha

Barcelona subiu no ranking deste ano, mostrando que compromisso firme e consistente compensa. A promoção das magrelas na cidade ganhou força com o Bicing, o programa de aluguel de bicicletas lançado em 2007 e que já conta com mais de uma centena de pontos espalhados pela cidade.
A cidade conta ainda com uma ciclovia que rodeia toda a área metropolitana da cidade, chamado de ?anel verde? e possui mais de 3 mil vagas de estacionamento para bicicletas nas ruas e garagens subterrâneas.

Berlim, Alemanha

Berlim tem o mesmo pragmatismo em relação ao tráfego de bicicletas que outros paraísos dos ciclistas, como Amsterdã e Copenhague. A maior cidade da Alemanhã é uma das top15 do mundo para andar de bicicleta. A exemplo das demais, uma de suas vantagens está na topografia. Berlim é plana. Em alguns bairros, a cota de participação das magrelas nos deslocamentos da população chega a 20%, segundo a consultoria.

Ljubljana, Eslovênia

Ljubljana é uma cidade nova no Índice da Copenhagenize. Mas a promoção das magrelas por lá remonta aos idos dos anos 1970. Hoje, o modal tem 12% de participação nos deslocamentos da população, que dispõe de mais de 200 km de ciclovias. Fortes movimentos políticos trabalham para que Ljubljana se estabeleça como um grande exemplo mundial sobre as duas rodas.

Buenos Aires, Argentina

Em um chocante curto espaço de tempo, Buenos Aires conseguiu se modernizar para incluir as bicicletas no seu planejamento de transporte. Nos últimos três anos, mais de 140 km de infraestrutura cicloviária foram implentados juntamente com um programa de compartilhamento de bicicletas.

Dublin, Irlanda

Em décimo quinto lugar do ranking, aparece Dublin, na Irlanda, que tem um dos programas públicos de aluguel de bicicletas mais bem sucedidos na Europa, o Dublinbikes. Criado em 2010, o sistema já registrou mais de 10 milhões de viagens e 50 mil inscritos no programa. Pelo menos 10% da população usa a bicicleta como principal meio de transporte nos deslocamentos diários na região central.

Fonte: Exame.






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