Mais do que cinema, uma experiência para todos

No Conarec 2015, o Cinépolis demonstra que é possível inovar por meio de experiências que afetam desde o cliente até o colaborador

Ver um filme em uma sala de cinema é sempre uma experiência. Leon Cakoff, fundador da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, escreveu em certo momento que acredita ?no poder regenerador do cinema?, citando que ele liberta e faz viajar.

Os filmes, em muitos momentos, permitem o acesso às mais variadas situações e culturas, além de apresentar vivências. Dentro desse contexto, uma vez em que o cinema e os filmes já são capazes, sozinhos, de marcar a memória do cliente, como é possível inovar? Como uma empresa que exibe filmes e cria salas de cinema pode ampliar ainda mais a experiência do cliente?

Parece difícil, mas o Cinépolis conseguiu. Em seu painel no Conarec 2015, o diretor de Comunicação da empresa, Gabriel Calderón, demonstrou que as salas criadas pela empresa são capazes de criar experiências inesquecíveis.
Presente em países como Índia, Chile e Israel, o Cinépolis é a quarta maior empresa de exibição do mundo e possui as mais variadas marcas. E cada uma delas tem um foco diferente. Exemplo disso é o modelo 4D. Nestas salas, o cliente sente até mesmo os movimentos dos filmes. Além disso, nas salas Junior, há piscinas de bolinha para as crianças.

Os números da empresa também impressionam. No Brasil, disponibiliza 324 salas, em 24 cinemas e 31 cidades. Além disso, conta com 15,37 milhões de espectadores.

 

Onde tudo começa?

A experiência dentro do cinema, entretanto, é apenas a ponta que chega ao cliente da forma mais concreta. Dentro de casa o Cinépolis também inova.

?Precisamos buscar novas formas de trabalhar. O Cinépolis se propôs a fazer isso?, afirma Calderón. Assim, a empresa investiu em uma rede para os colaboradores ? carinhosamente conhecidos como cinepolitos. A ideia, então, era de estabelecer um sistema de comunicação capaz de fortalecer estratégias de negócio, engajar colaboradores e promover a cultura da empresa.

?Um dos problemas que tínhamos é que nossos e-mails internos eram pouco lidos. Não eram um bom formato de comunicação. O processo de implantação de uma rede interna, então, trouxe muitos benefícios?, afirma. Um dos programas criados pela empresa, então, se concentrou em captar ideias dos funcionários e calcular os custos de aplicação para, de fato, colocá-las em prática. Além disso, investindo em treinamento, o Cinépolis realizou uma parceria com Harvard.






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