Nike lança programa comunitário no Rio de Janeiro

O objetivo é inspirar nas crianças uma paixão pelo movimento, transformar suas comunidades e fazer com que os pequenos sejam mais ativos

Por: - 4 anos atrás

 
Enquanto os atletas e a cidade do Rio de Janeiro se preparam para as Olimpíadas 2016, a Nike lança um programa para garantir que os jovens tenham oportunidades sustentáveis de desenvolver seu potencial no esporte. O projeto inclui 21 espaços presentes em comunidades espalhadas por toda a cidade, conhecidos como Vilas Olímpicas. 

Cada uma dessas vilas receberá treinamento em programas para jovens além de produtos e equipamentos da marca. Como parte do projeto, as Vilas do Encantado, Caju, Mato Alto e Acarí serão revitalizadas: terão ações de corrida e treinamentos promovidos pela empresa com a participação de voluntários das lojas Nike.

?Os Jogos Olímpicos são uma grande oportunidade para que as crianças conheçam e experimentem novas modalidades esportivas, além de assistir a atletas competindo, ganhando ou superando obstáculos?, diz Alice Gismonti, Diretora de Impacto Comunitário da Nike do Brasil.

Para potencializar o impacto e garantir uma contribuição de longo prazo para as crianças do Rio, a Nike conversou com os representantes de cada uma das comunidades, jovens, ONGs e artistas locais com o objetivo de conhecer mais a rotina e a vida dos bairros em torno das vilas. 

Muitos dos locais estão situados em áreas com poucos recursos, problemas de segurança, baixa infraestrutura e outras questões que limitam a mobilidade. Em média, as crianças dessas comunidades só brincam ou praticam esportes num raio de 1,5 quilômetros. ?São mais de 160 bairros e 6,4 milhões de pessoas no Rio?, diz Alice. 

?Seria impossível levar as crianças até os programas esportivos. Nós precisamos levar o programa até elas. Se conseguirmos criar uma plataforma por toda cidade, na qual elas tenham experiências positivas com a atividade física e a certeza de que poderão continuar praticando mesmo depois das competições, nós podemos mudar a forma como essa nova geração vai olhar para o esporte?, finaliza a diretora.