3 passos para basear as finanças pessoais

O estado financeiro de uma pessoa deve ser bem administrado, sobretudo em momentos de crise econômica

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Manejar o dinheiro pessoal é uma ciência amplamente estudada e apresentada por economistas e administradores constantemente. Aparentemente, essa atividade pessoal seria algo simples de se fazer: a receita é o total de dinheiro que uma pessoa recebe em um período de tempo proveniente de seus negócios e renda e as despesas representam os gastos ou ?saída? de dinheiro no mesmo intervalo de tempo.

Mas, sem dúvida não é algo tão simples assim, pois caso contrário não teria tantas pessoas endividadas e com problemas financeiros. A dívida se tornou um problema social crítico e assim como outros problemas sociais deve ser tratada com seriedade.

Desde muito novo aprendi que todos os recursos financeiros que conquistamos devem ser divididos em três partes, não necessariamente iguais. Sei também o quanto é difícil fazer isso, mas com persistência e determinação é possível.

A primeira parte dos recursos serve para pagar as dívidas e os compromissos, tanto os fixos como as variáveis provenientes de despesas e custos pessoais. Sempre quando as dívidas e os compromissos começam a superar o estabelecido é um sinal de alerta.

A segunda parte deve ser destinada a poupar, ou seja, economizar e guardar utilizando somente em casos indispensáveis. Essa poupança é um forte aliado em momentos de gastos extras e emergências. A poupança não é um recurso que deve ser esquecido, mas é algo que contribui muito para que recursos externos, como os empréstimos, não sejam utilizados.

A última, mas não menos importante parte, serve para presentear no sentido de brindar a vida. Faça o que tem vontade, como uma viagem, ou compre uma roupa bacana, um relógio, celular, frequente um restaurante gostoso ou, simplesmente, presenteei alguém que ama.

Caso você verifique que conseguiu ter uma poupança interessante, depois de um tempo analise a possibilidade de investir em algo que possa melhorar seu rendimento. Um terreno, uma casa, uma aplicação financeira, todo e qualquer tipo de investimento que não acarrete muitos riscos, etc.

Evidente que são apenas algumas dicas, pois cada pessoa deve ajustar da melhor maneira seu orçamento e jamais se penalizar por não conseguir atingir as metas estabelecidas.

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Luiz Claudio Zenone é Doutor em Ciências Sociais e Mestre em Administração com ênfase em Marketing. Professor no MBA Comunicação Empresarial & Mídias Digitais do Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG).

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