7 características das cidades mais empreendedoras do País

O que faz uma cidade ser propícia para a abertura de novos negócios? Entenda e escolha seu destino

Não é preciso ir ao Vale do Silício para empreender. Existem características que tornam um lugar ideal – ou próximo do ideal, no caso das cidades brasileiras – para abrir um negócio. De olho nesses indicadores, a Endeavor prepara anualmente o ranking das cidades mais empreendedoras do País.

Como já falamos, São Paulo e Florianópolis lideraram o ranking deste ano. Mas o que torna cidades como essas aptas para empreendedores? Segundo a Endeavor, são sete as principais características das cidades mais empreendedoras do País. Confira e escolha o seu destino.

Leia também
As 10 cidades mais empreendedoras do País

1. Ambiente regulatório
São as regras e as obrigações a que todo empreendedor está sujeito. Quanto mais ágil e descomplicado for o ambiente regulatório de uma cidade, mais o empreendedor poderá se concentrar no seu negócio e não na burocracia. Para analisar se uma cidade tem um bom ambiente regulatório, a Endeavor analisa o tempo (de abertura de empresas, regularização de imóveis), custos de impostos (precisa explicar?) e complexidade tributária (toda aquela complicação para pagar impostos e se atualizar em relação às obrigações tributárias).

2. Infraestrutura
São os sistemas de transportes, logística, de produção, de comunicação e de tudo o que compõe a base para uma empresa funcionar. Quanto melhores forem essas condições, menores serão os custos de produção e maior será a eficiência das operações. Aqui são abordadas questões como segurança e custo de imóveis, transporte interurbano, que compreende a disposição das rodovias, aeroportos e a distância até os portos. É a conectividade
da cidade.

3. Mercado
É a facilidade de acesso que os empreendedores têm para comercializar sua ideia. Quanto maior o mercado, maiores são as chances do empreendedor crescer e desenvolver seus negócios. Para medir o mercado, olha-se o desenvolvimento econômico da cidade e o acesso a mercados estrangeiros, bem como o tamanho do mercado consumidor para esse negócio.

4. Acesso a Capital
Aqui é a facilidade que empreendedores têm de ter investimentos. Aqui avalia-se a formação de dívida, que é basicamente a tomada de empréstimos, e a venda de parte da empresa, com a inclusão de novos sócios, sejam investidores ou mesmo amigos ou parentes. Aqui não entram os financiamentos
específicos em Pesquisa e Desenvolvimento.

Leia também
Empreender é principal competência a ser aprendida

5. Inovação
É a oportunidade que um lugar oferece para o empreendedor inovar. É a capacitação de pesquisadores e engenheiros, boa infraestrutura de laboratórios e centros de pesquisa, além de dinheiro para tirar as iniciativas do papel. É a infraestrutura tecnológica, os recursos de financiamento para o setor, a mão de obra especializada e capacitada a inovar; indústrias inovadoras, patentes, novas empresas de tecnologia e a economia criativa.

6. Capital Humano
As cidades que oferecem profissionais com melhor qualificação e acessíveis são mais atrativas para quem quer abrir ou expandir um negócio. Aqui, boas escolhas fazem a diferença, qualidade do ensino de todos os níveis também.

7. Cultura
Aqui é como as principais cidades cultivam a prática empreendedora. É o conjunto de comportamentos e atitudes de uma sociedade específica em relação ao empreendedorismo. Quanto mais as pessoas acreditam que a criação de negócios de alto impacto possa ser positiva para a cidade em que vivem, mais provável é que vejam com bons olhos tanto o desafio de empreender, quanto a figura do empreendedor.

Leia também
Empreendedorismo digital em tempos de crise

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS

As IDENTIDADES do novo consumidor sem rótulos #CM25ANOS

Futuro incerto? O que pensam os futuristas em tempos de crise social

“Contágio” e outros filmes sobre epidemias para ver dentro de casa

Manu Gavassi e sua brilhante estratégia de branding. O que as marcas podem aprender com ela?

A ascenção das newsletters

VEJA MAIS