7 motivos para você guardar dinheiro na poupança

Coloque um fim nos cofrinhos, colchões, armários e bolsos que armazenam seu dinheiro com muito cuidado e nenhum retorno

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A poupança é o produto bancário mais famoso e utilizado pelos clientes por vários motivos. O primeiro é pela facilidade, muitas vezes você tem essa opção habilitada automaticamente na sua conta, e o segundo é pelos baixos riscos de investimento, o que irá lhe garantir um rendimento mensal baixo porque não há riscos de desvalorização.

Por outro lado, a poupança deve ser vista como uma forma de fazer o seu dinheiro render depois de quitar todas as dívidas e sobrar algum valor no final do mês. O correto é você equilibrar as suas finanças para ter um fundo para emergências e outra parte deve ser destinada a investimentos para rentabilizar o seu dinheiro.

Como funciona para aplicar o seu dinheiro na poupança?

Para facilitar o entendimento, elencamos sete dicas práticas.

1. Investir na poupança é simples e sem burocracia

Na poupança não há limites para aplicações nem taxas administrativas, isenção de imposto de renda e IOF (para pessoais físicas e empresas sem fins lucrativos), sem limites de resgates. Existem dois fatores que podem trazer tranquilidade ao poupador: os depósitos são remunerados pela TR (Taxa Referência), acumulando juros mensais para PF e trimestrais para PJ. Além disso, aplicações até R$250.000 são garantidas pelo FGC (Fundo de Garantidor de Créditos);

2. Resgates podem ser realizados a qualquer momento

Fique atento apenas à data de aniversário (quando foi realizado o investimento): se você investiu um valor qualquer no 1º dia útil do mês, o crédito do rendimento será calculado no 1º dia útil dos meses subsequentes e assim por diante. Saques em datas inferiores ao aniversário da conta não terão os rendimentos calculados e a sua rentabilidade pode ser nula se realizados saques neste período;

3. Serviços gratuitos para correntistas da conta poupança

Existem cestas de serviços para quem tem poupança, com a diferença de que são gratuitos e sem cobranças de mensalidades. Os serviços inclusos dependem do seu banco, mas normalmente são: cartão para movimentação, dois saques por mês nos caixas ou terminais de autoatendimento, duas transferências para contas de depósito de mesma titularidade, dois extratos para consultas e extrato anual consolidado;

4. Planeje as suas finanças para poupar mais

Trace seus objetivos para reduzir as despesas e contas. Reserve uma data no mês para realizar as aplicações, a rotina na data de aniversário da poupança facilitará para você saber quando poderá realizar eventuais saques;

5. Reserve 10% dos seus rendimentos

Especialistas financeiros defendem que reservar 10% dos seus rendimentos para aplicar na poupança é o mínimo recomendado. Lógico que no início você fará aplicações de valores menores e até existirão meses que outras despesas serão prioridades. Mas não deixe de seguir a rotina de escolher uma data e aplicar o quanto puder dos seus rendimentos na poupança;

6. Proteja-se do inesperado

A ideia de ter uma poupança é que os rendimentos possam ser utilizados para compras planejadas com muita antecedência. Porém é muito importante que você tenha fundos emergenciais em sua conta corrente para eventuais emergências;

7. Diversifique os seus investimentos para aumentar os lucros

A poupança é o meio mais seguro e utilizado pelas pessoas quando o assunto é poupar sem riscos, mas os seus rendimentos são extremamente baixos. Existem outras opções com margens parecidas de risco que podem ser consideradas um complemento com as suas aplicações na poupança, que são os títulos do Tesouro Direto, Fundo DI ou CDB.

Se o valor aplicado na poupança for três vezes maior que sua renda ou salário mensal considere investir o restante do valor em fundos de investimentos, como Fundo DI, CDB ou Tesouro Direto. Eles também são seguros e rendem mais que a caderneta.

Fundos DI: é uma boa opção para quem tem medo de investir em ações, que tendem a oscilar muito e a ter quedas abruptas. Os fundos DI são investimentos em títulos que tendem a acompanhar as taxas de juros, por serem baseados nas taxas SELIC e CDI. Apresentam maior solidez e liquidez diária, o que permite que o saque possa ser realizado a qualquer momento.

CDB(Certificado de Depósito Bancário): é um título que os bancos emitem para conseguir financiar as próprias atividades de crédito. Portanto, ao optar pelo CDB você está emprestando dinheiro para o banco em troca de uma rentabilidade diária. Porém, alguns bancos exigem um período de carências e para estes casos o retorno é mais interessante.

Tesouro Direto: trata-se de um programa de negociação dos títulos públicos para pessoas físicas, realizado por meio da internet. Esta é uma opção de investimento nos mesmos moldes da poupança, investimento de baixo retorno e seguro porque os títulos públicos são considerados os ativos de menor risco na economia nacional.

*Via GuiaBolso. 
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Quando: 11 de maio de 2016

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