Fintech, a tendência de 2016

Startups de tecnologia especializadas em finanças surgem em todo o mundo e devem receber US$ 46 bilhões em investimentos até 2020

O avanço da tecnologia e a popularização do conceito de on-demand, a pessoa acostumou-se a ter os melhores serviços quando e como quiser ? hoje, o consumidor não aceita esperar nem na hora de assistir um filme. O caminho para o sucesso das startups de fintech, porém, é mais difícil e complicado do que em outros setores.

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Executivos de diferentes empresas focadas no e-commerce, alertam para uma tendência que promete se desenvolver cada dia mais ( com grandes investimentos até 2020). Confira o que executivos do setor contam:

Mundipagg ? Checkout na Nuvem
? Com três anos de existência, a Mundipagg já processa 30% das transações do varejo online brasileiro. Para melhorar a taxa de conversão das lojas virtuais, já disponibilizamos o recurso Checkout na Nuvem. Com ele, o empresário consegue vender diretamente pelo correio eletrônico com as campanhas de e-mail marketing?. Conta Guilherme Pizzini, Ceo da Mundipagg, gateway de pagamentos que vem apostando nessa tendência. Além disso, a ferramenta permite que o comprador envie o link para outra pessoa finalizar a compra ? recurso indicado para quem não tem renda própria. Neste caso, o cliente aciona o botão ?Pague por mim? e insere o e-mail ou Twitter da pessoa.

Pagar.me ? infraestrutura completa de pagamento
Nascida como gateway de pagamento para empreendedores virtuais, a Pagar.me evoluiu e se transformou em uma infraestrutura digital de pagamentos. Atualmente, a empresa oferece diversas soluções, como PSP, gateway e plataforma para marketplace. Com uma equipe de desenvolvedores especializados, a empresa consegue aprovar até 92% das tentativas de transação em um e-commerce. ?As vendas virtuais crescem no Brasil, já que há mais pessoas querendo comprar online, tanto quanto os lojistas querem vender. Nosso papel é conectar os dois pontos e proporcionar a melhor experiência nesta interação?, ressalta Pedro Franceschi, sócio-fundador da empresa.

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Stone ? Maqbox
? Nosso compromisso é inovar sempre para que o cliente e consumidor sejam os maiores beneficiados. O conceito de Fintech chega para comprovar isso, vamos inovar!? Afirma Augusto Lins, Diretor da Stone. Nova adquirente de cartão de crédito no varejo brasileiro, a Stone lançou o Maqbox em parceria com a Maqplan, desenvolvedora de aplicativos para o varejo. A solução é plug&play e simplifica o caixa de estabelecimentos por requerer apenas um dispositivo móvel com aplicativo de gestão em nuvem, integração com ERPs e pinPad para aceitar cartões. Dessa forma, o varejista consegue não só realizar as transações financeiras, como também fazer a gestão e emitir cupom fiscal eletrônico.

F(x) ? Atalho para o crédito
A F(x) ? lê-se ?efe de xis? ? surgiu com um objetivo bem simples: aproximar empresas que precisam de financiamento dos bancos e fundos que desejam conceder crédito. Os interessados devem se cadastrar e preencher informações básicas. As companhias precisam informar dados básicos do negócio, como faturamento e segmento, enquanto que os investidores criam um perfil de crédito com as condições do financiamento, como prazos e garantias. Um algoritmo dentro da plataforma realiza o match ao localizar interesses em comum e faz a primeira aproximação entre as partes para começar a negociação.

Cappta ? Frente de caixa na nuvem
Adquirida pela Cappta em 2015, o Pingobox é um sistema de frente de caixa em nuvem voltado para o pequeno lojista. ? Com ele, o empresário consegue realizar a venda e o controle financeiro por meio de um tablet. Antes mesmo de receber o item, o contratante pode cadastrar os produtos na Internet e, então, basta conectar o produto e começar a usar. Isso é a inovação do conceito de Fintech?, conta Rodrigo Rasera, sócio fundador da Cappta. O tablet conta com um leitor de cartões (débito, crédito e benefícios) e pode se conectar a uma impressora, gaveta para dinheiro e leitor de código de barras.

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