Acre: uma nova etapa para quem Vai de Fusca

A aventura segue e o Fusca chega ao Acre, uma terra cheia de descobertas, comidas diferentes e, claro, novos amigos

Por: - 3 anos atrás

Foto: Natanel Sena

Já comeu o Tacacá? Pois bem, nós comemos. O Tacacá é um caldo derivado da sopa indígena chamada mani poi, é uma iguaria presente na região amazônica do Brasil.

Feito a base de tucupi e jambu e temperado com sal, cebola e coentro, o efeito ao tomar o Tacacá é o formigamento e em seguida o leve anestesiamento da boca. Foi uma sensação diferente, que eu ainda não tinha experimentado em nenhum lugar.

Tomamos o Tacacá em Rio Branco, onde fomos acolhidos pelo casal Fausto e Fernanda, além da pequena Helô, de apenas 3 anos, filha deles.

Fotos: Natanael Sena

Fotos: Natanael Sena

Foi a Fernanda, irmã de Flávia que mora em Campina, que fez essa “ponte’ para que nossos caminhos que cruzassem. Ela acompanha nossa história desde a primeira viagem em 2014.

Ouvi um poema que falava que o acreano é um povo trabalhador e hospitaleiro, e pudemos confirmar isso nesses dias que passamos em Rio Branco. Muito maior do que imaginávamos, de todos os estados que passamos o Acre é um que valerá a pena ser revisitado.

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Nossos anfitriões em Rio Branco, nos levaram para conhecer a cidade e experimentar o famoso Tacacá. Nós, que conhecíamos o Acre apenas das piadas preconceituosas, ficamos espantados pelo que a região nos apresentou.

RIo Branco acolhe gente de todo lugar do país, possui belas praças, bons restaurantes, hotéis de bandeira nacionais (como IBIS e Holiday In) e não tivemos medo ao caminhar a pé (depois de provar o verdadeiro Açaí da Amazônia) pelas ruas a noite, bem diferente de nossa cidade (São Paulo).
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Mas, muito além do que a cidade oferece, o que nos marcou foi o que as pessoas oferecem. Extremamente amáveis, nos receberam muito bem em todos os lugares para onde fomos.

O Acre, em si, é uma terra de descobertas e de surpresas.

“Terra hospitaleira;
De povo trabalhador;
De gente batalhadora;
Que trata todos sem exceção com carinho e amor”.
Uéliton  Freire
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