Para as empresas, inovar e conhecer o consumidor é obrigatório

No BR Week, painel discute a importância de conhecer o consumidor e compreender que alguns esforços são indispensáveis para o desempenho da empresa

“Não adianta ler sobre inovação e não se engajar nesse fator dentro das empresas”, argumenta Francisco Forbes, CEO e fundador da Seed Digital, no início do painel O básico benfeito: as soluções e ferramentas obrigatórias para quem quer crescer e conseguir resultados.

Como ele mostra, há um estudo em que 45% dos entrevistados disseram que os líderes da empresa em que trabalham não estão preocupados com inovação. Evidentemente, esse é um tema ligado ao painel mediado por ele – justamente porque inovação, hoje, é obrigatória.

Nesse sentido, o mediador questiona aos participantes: afinal, o que é fundamental e obrigatório? A conversa tende para o uso de dados – área em que o mediador atua. Pedro Paulo Cruz, sócio diretor das Lojas Mel, comenta que é um desafio compreender o que é ideal obter a partir do dado. “É preciso ter prioridade e definir o que é fundamental para o negocio”, defende. “O que eu enxergo hoje é que há muito modismo no varejo. E a tempo todo estamos recebendo informações e interações”.

As áreas de tecnologia e de produtos da Cred-System, focadas no mundo financeiro e no varejo, colaboram com as empresas clientes nesse sentido. “A tecnologia que temos dentro da empresa, embarcada no processo de gestão de portfólio, permite que os parceiros tenham uma segmentação da base de clientes”, Paulo Valente, diretor de Negócios da Cred-System.

Assim, a empresa possui uma ferramenta que permite que o contratante saiba com qual tipo de clientes há mais problemas, ou mais preparação, ou qualquer outro tipo de questão. “Isso tudo é colocado dentro de uma régua de relacionamento que vem junto com uma ferramenta gestora de campanhas”, explica. “Isso nos dá a capacidade de disparar campanhas de relacionamento muito mais robustas. Esse é um exemplo claro de como uma tecnologia ajuda a entender os clientes”.

Mario Almeida, head de Mobilidade da Totvs, por sua vez, defende que algumas questões de processos vão alem de tecnologia. “Porém, é preciso ter projeto e planejamento. Precisamos olhar a dinâmica das pessoas e a tecnologia é aliada nesse sentido”, diz. “Quando pensamos em redes sociais, pensamos que a jornada do consumidor começa muito antes”.

Para o diretor da Hope Lingerie, Silvio Korytowski, o mais fundamental hoje é trabalhar e parar de reclamar. “Falamos do básico, mas, passamos por uma crise e precisamos entendê-la”, argumenta. “O Brasil é uma instituição maior que o governo. O empresariado move o país e ele não vai mudar”.

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