Há democracia entre as marcas do Brasil?

Conheça as marcas que atuam no Brasil e refletem o caráter democrático do país. O estudo será apresentado também no Conarec

Por: - 3 anos atrás

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Intolerância e preconceito são características que não estão alinhadas ao que é o Brasil. Somos o país da variedade, da miscigenação, da mistura e da multiplicidade – e o último Censo Demográfico divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não me deixa mentir. Ele apontou que, no País, a população se classifica entre cinco diferentes cores ou raças: branca, preta, parda, amarela ou indígena.

Porém, nos últimos meses, o Brasil tem se mostrado um país de intolerantes. O papo e os conflitos entre “coxinhas” e “mortadelas” são a prova disso. Durante o período próximo a aprovação do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff, era quase proibido andar de vermelho pela rua. Ao mesmo tempo, era arriscado andar de verde e amarelo em dias em que havia, na Avenida Paulista, manifestações contrárias ao governo interino.

Nesse amplo universo, obviamente, existem desigualdades – e preconceitos. A desigualdade fica explícita quando olhamos para os dados de analfabetismo – obviamente, apenas 5,9% da população branca está inserida nesse grupo. A mesma cena se repete quando verificamos a formação educacional dos mesmos grupos.

Somos compradores

A ampliação da distribuição de renda, as ações sociais e o acesso ao crédito, no entanto, são fatores que fizeram com que o número de consumidores aumentasse. E isso fez com que as empresas fossem obrigadas a olhar para um novo tipo de consumidor.

Como conta André Torretta, presidente da consultoria A Ponte Estratégia, “há dez, quinze anos, as marcas começaram a ficar globalizadas e a encontrar pessoas de baixa renda”. Assim, precisaram lidar com novas marcas e novas estratégias – não por acaso, a Nike chegou ás favelas.

O estudo

Para compreender quais marcas se adequaram bem ao novo cenário, foi criado com exclusividade para a Consumidor Moderno, pela A Ponte Estratégia, o estudo Marcas Mais Democráticas. “No Brasil, essa característica é fundamental, porque o consumidor vai de A à Z, é índio, preto, branco”, defende Torretta.

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O estudo será apresentado no Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (Conarec). Saiba mais sobre o evento no site e participe!