Democracia é sinônimo de atenção à sociedade?

Realizado pela consultoria A Ponte Estratégia, o estudo Marcas Mais Democráticas mostra quão relevantes são as questões sociais no Brasil

Por: - 3 anos atrás

Anna Issakova/Shutterstock

Democráticas são aquelas marcas que podem ser utilizadas por todos – independente de classe social, etnia, gênero ou religião. Como apresentamos recentemente, o estudo Marcas Mais Democráticas, realizado pela A Ponte Estratégia, mostrou existe uma série de empresas que, de acordo com os consumidores, se encaixam nessa categoria.

Além disso, para os entrevistados, existem alguns fatores que definem uma marca democrática. Um deles é justamente a realização de ações sociais. De acordo com 68% dos consumidores que participaram do estudo, uma marca deve fazer algum tipo de ação social para ser considerada democrática.

Curiosamente, muitas das empresas as entrevistadas para a matéria de capa da edição de Junho da revista Consumidor Moderno, sobre a pesquisa em questão, tiveram boas histórias para contar sobre esse tema. E quem dá um bom exemplo nesse sentido é a Fiat.

Um dos projetos sociais em que a empresa está envolvida é chamado Movimento Nossa Betim. Essa iniciativa mobiliza e articula segmentos da sociedade com o objetivo de construir e se comprometer com uma agenda de metas para a melhoria contínua da qualidade de vida e o desenvolvimento justo, sustentável e ecologicamente responsável de Betim – cidade onde a Fiat Automóveis está instalada.

Como conta João Batista Ciaco, Head of Brand Marketing Communication Latam da Fiat, “a companhia possui uma política de relacionamento com a comunidade norteada por valores como a valorização da vida, a transformação, a prosperidade, a autonomia do ser humano e a sustentabilidade”.

 

Esses conceitos se refletem no Programa Árvore da Vida, que se divide em quatro grandes vertentes:

Árvore da Vida – Jardim Teresópolis

Árvore da Vida – Capacitação Profissional

Árvore da Vida – Voluntariado

Árvore da Vida – Parcerias

 

Como explica o executivo, o ponto comum entre as iniciativas é “o estímulo à autonomia do ser humano e ao empoderamento das comunidades para que se tornem protagonistas de suas próprias histórias”.

Quer saber mais sobre este e outros estudos da Consumidor Moderno?

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