A democracia das marcas não têm olhos só para você

Resgatamos uma polêmica que envolveu O Boticário para mostrar o que significa democracia e o que é se preocupar de fato com todos os consumidores

Por: - 3 anos atrás

Canal do YouTube de O Boticário

Como mostramos há algum tempo, ser democrática, para as marcas, significa estar disponível para todos os consumidores. Isso inclui questões de gênero, orientação sexual, idade, etc. Não por acaso, no estudo Marcas Mais Democráticas, realizado pela consultoria A Ponte Estratégia, O Boticário foi uma das marcas citadas – e a campanha de Dia dos Namorados de 2015 não nos deixa mentir.

Na época, O Boticário foi vítima de muita polêmica, por causa da propaganda que trazia casais homoafetivos. A disposição em demonstrar apoio à questão de gênero e orientação sexual é um bom sinal de atuação, porém, dentro do conceito de democracia das marcas.

Não por acaso, de acordo com a pesquisa, 95% dos consumidores acreditam que, para ser democrática, uma marca precisa ter uma boa comunicação. Ao mesmo tempo, 94% julga que a marca que se adéqua a esse valor precisa ser acessível para todos.

Se você não está lembrado do vídeo em questão, veja abaixo.

 

 

A campanha, é claro, está adequada ao que a marca acredita. E é uma ótima lembrança nesse sentido. Como explica Cristiane Irigon, diretora de Comunicação e Marca, O Boticário acredita que a beleza e os cuidados são para todos. “Por isso, oferecemos um portfólio para todos os bolsos e gostos, que passa pela perfumaria, maquiagem e cuidados com a pele, tanto para homens como para as mulheres”, afirma. “Além disso, acreditamos que, para ser uma marca democrática, é imprescindível que ela seja acessível em todos os sentidos e que mantenha um diálogo constante com os consumidores”.