Quando os consumidores preferiram andar com as próprias pernas

Sabe aquela mistura de skate com patinete motorizado que os seguranças usam no shopping? O Segway já foi o transporte do futuro

Dima Sidelnikov/ Shutterstock

Quando se tem em mente o trânsito de uma cidade como São Paulo, sonhar com um meio de transporte que pudesse mudar o cenário não é raro. Pois bem, o inventor nova-iorquino Dean Kamen tentou realizar esse desejo e criou o Segway, no começo dos anos 2000. Não se lembra? Bem, é porque a novidade não deu tão certo assim. Pelo menos não como transporte oficial para consumidores comuns.

Para quem não se recorda, o Segway é aquela espécie de prancha motorizada com rodas que muitos seguranças de shopping usam como transporte. A aplicação industrial do produto aparentemente deu certo. Afinal, ele é mesmo uma maravilha tecnológica: mantém o equilíbrio automaticamente e é mais eficiente do que carros quando o assunto é combustível – ele é elétrico, com baterias de lítio recarregáveis na tomada de casa.

Quando foi inventado, prometia mesmo ajudar a resolver o problema do trânsito de grandes metrópoles como São Paulo, por exemplo, em que muitas pessoas tiram o carro da garagem para andar curtas distâncias e sozinhas. Imaginem se esses carros fossem substituídos por algo muito menor. Então, o que foi que deu errado? Mais uma vez, o consumidor “agiu” aqui, ainda que não necessariamente de propósito, e obrigou a empresa a se reinventar, encontrando um novo nicho.

Fomos realizar uma pesquisa e tentar entender por que um produto que prometia ser uma verdadeira revolução acabou não tendo o resultado esperado e, segundo este artigo da Forbes (que justamente questiona por que alguns produtos não deram certo), vendeu apenas 30 mil unidades em seis anos.

 

Quer saber o motivo? Leia o final deste artigo aqui.

 

Continuar lendo

Saiba mais sobre Consumidores que mudaram empresas no Conarec 2016.

Confira a programação completa aqui.






Acesse a edição:

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS