Que tal passagens mais baratas para as próximas férias?

Levantamento do Kayak aponta que, sim, as passagens áreas estão mais baratas este ano. Saiba quais são os destinos com preços melhores

Peshkova/ Shutterstock

Em tempos de crise, de preços lá em cima e renda lá em baixo, precisamos encontrar alternativas que nos ajudem a fechar o mês no azul ou no menor tom de vermelho possível. Viajar passou a ser luxo para alguns consumidores, mas segundo um levantamento recente, as passagens aéreas registraram queda de até 4% nos preços, no primeiro semestre de 2016, na comparação com o mesmo período do ano passado.

O estudo, realizado pela empresa de pesquisas de viagens online, Kayak, mostra que há mais promoções para Europa e até mesmo para a Ásia, e hoje é possível encontrar passagens para Dubai e Tailândia, por exemplo, com até 30% de desconto do preço histórico. Para Bangok, na Tailândia, as passagens custam a partir de R$2.500 e para a Espanha é possível encontrar bilhetes por R$ 1.700.

De acordo com Kaio Philipe, diretor do Kayak Brasil, foi feito um comparativo entre os primeiros seis meses de 2015 e o mesmo período de 2016 e a variação de passagens com origem no Brasil é de 3,38%. “Já quando a análise é feita comparando dados do último semestre do ano passado com os primeiros seis meses de 2016, as passagens estão até 4% mais baratas atualmente”, explica o diretor.

Segundo o executivo, por conta da crise que se agravou no Brasil a partir da segunda metade do ano passado, as companhias aéreas e OTAs (Online Travel Companies) começaram a fazer promoções, que continuaram e se tornaram mais frequentes neste ano para manter a taxa de ocupação alta nas aeronaves. Outro fator que fez com que os preços diminuíssem foi a grande flutuação cambial que houve no Brasil. “Em 2015, o real se desvalorizou pouco a pouco e no início de 2016 as companhias aéreas e OTAs baixaram os preços para manter a demanda aquecida”, conta o executivo.

Mesmo com todos os fatores externos e internos, como queda no preço de combustível, aumento da inflação ou aumento da cotação da moeda estrangeira, neste momento de crise, as companhias aéreas tendem a não repassar todos os custos para o consumidor final. “Por isso as companhias aéreas preferem apostar nas promoções”, conclui Philipe.

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