Engajamento e conforto: os 2 pilares da sua estratégia de treinamento

Os atores da educação corporativa já sabem: a engenharia pedagógica e o design instrucional são essenciais. Dessa forma, oferecer treinamentos e conteúdos pedagógicos ricos é bom, mas ganhar o apoio deles e facilitar sua vida é ainda melhor

Tempo de leitura: 3 minutos

8 de setembro de 2016

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Como gerar interesse e envolver ativamente o aluno, além de propor uma formação adequada e de conteúdo rico? Por que o papel da comunicação se tornou tão importante? Quais são os recursos necessários para garantir a facilidade de navegação dentro de um curso de digital learning colaborativo?

Os atores da educação corporativa já sabem: a engenharia pedagógica e o design instrucional são essenciais. Oferecer treinamentos e conteúdos pedagógicos ricos é bom, mas ganhar o apoio deles e facilitar sua vida é ainda melhor! Esse objetivo é ainda mais difícil de atingir para muitas empresas que precisam domar o fenômeno crescente da digitalização e das novas modalidades de ensino à distância.

 

Comunicar para engajar melhor

 

“Nós aprendemos melhor quando aprendemos juntos”, disse Seth Godin, uma personalidade reconhecida do mundo digital. Em comparação com o e-learning clássico, o digital Learning colaborativo melhora a experiência de aprendizagem, integrando uma variedade de ferramentas e de métodos de ensino colaborativos: estudo de cases, fóruns de discussão, exercícios, desafios… Para melhorar a eficiência da formação e envolver melhor o aluno, a intenção é “criar um evento” e implementar uma estratégia de comunicação antes, durante e depois do treinamento. O evento se divide em 3 etapas distintas:

– O início da formação é o momento dedicado à sensibilização. Ele pode ser reforçado por uma campanha de “teasing” (vídeo teaser, mala direta, campanha nas redes sociais) a fim de gerar interesse. Na sequência, uma vez que as informações de conexão, o funcionamento da plataforma e a trilha do programa foram apresentados, o time de apoio pedagógico – que pode ser um único consultor –  tem um novo papel: gerenciar a comunidade de alunos, incentivando-os a se envolver e comentar, personalizando as suas respostas, valorizando boas iniciativas,… para resumir, por meio da promoção de interações.

– O fim do treinamento é a oportunidade de agradecer a comunidade por seu envolvimento, solicitar o seu feedback por meio de pesquisas e divulgar uma avaliação geral com indicadores quantitativos (volume de conexões e conectados, volume de mensagens compartilhadas nos fóruns,…) através de um infográfico, de um vídeo ou qualquer meio de comunicação coerente para ser compartilhado em redes sociais.

– Durante o treinamento: emails, SMS, recados via redes sociais são personalizados e adaptados antes de serem enviados de forma regular para marcar cada nova sequência, além de acompanhar o fio de notícias da plataforma. Comentar, motivar, desafiar, completar as respostas da comunidade, promover um benchmark de boas práticas, elogiar e recompensar o desempenho através de um sistema de badges ou de certificados (gamification do processo) são soluções que definem as marcas importantes do percurso, fazendo com que você avance no percurso favorecendo o engajamento.

 

O gerente de comunidade de aprendizagem, uma nova função muito importante!

 

Como convencer o aluno para treinar e desenvolver seus conhecimentos se o formador não é totalmente engajado no processo? Que seja na sala de aula ou no digital Learning colaborativo, o formador vê sua profissão evoluir para o gerenciamento de comunidades de aprendizagem. Ele deve ser capaz de motivar e dominar seu assunto além do desafio técnico, que pode representar o uso de uma plataforma de treinamento online. Este é o papel do “Learning Community Manager”, que preenche ambos papéis de facilitador, ou seja, de consultor capaz de fornecer qualidade e precisão nas respostas às perguntas e de moderador para enquadrar as questões a serem abordadas.

 

Ergonomia, UX e responsive design ao serviço da formação

 

Uma vez o interesse despertado pela estratégia de comunicação e de engajamento, a facilidade de acesso, de navegação e de compreensão precisam garantir a qualidade da Learning Experience. Será que seus recursos de treinamento digital são realmente atrativos para os alunos? Será que eles geram vontade para o aluno voltar e continuar o percurso? Será que os conteúdos são realmente claros? Uma plataforma de formação considerada engajadora facilita os primeiros passos do aluno, fornece atividades lúdicas, mostra-se intuitiva e fornece um conjunto de funções que permitirão a criação de conteúdos nativos simplificados, mas impactantes (vídeos, tutoriais, módulos interativos, infográficos,…).

O time pedagógico pode ter dificuldade em entender o potencial do digital learning colaborativo e dominar as funcionalidades de uma ferramenta de treinamento digital, se ela não for acompanhada. Em primeiro lugar, é fundamental treiná-lo tecnicamente, considerando-o o primeiro aluno da ferramenta. O aluno deve ter acesso aos seus conteúdos, o seu nível de progresso, perfil, conquistas…, tudo sem dificuldades.

Portanto, os conceitos de ergonomia, de UX Design, de responsive design se tornam aspectos incontornáveis do percurso. De fato, a construção de um percurso pedagógico moderno tem que se adequar ao perfil dos novos alunos: móvel, impaciente, conectado… Ele participará facilmente de treinamentos que lhe corresponde (MOOC, COOC, SPOC, Universidades corporativas,…) via seu notebook, seu tablete ou seu celular, a partir de um link internet único.

O engajamento e a facilidade são 2 elementos chaves sobre quais apostar para aumentar o retorno das ações de formação. Um aluno engajado se torna um colaborador mais engajado também e mais motivado para seu desenvolvimento de competências. Confia na Learning Tribes para te apoiar com esses desafios!

 

O artigo foi escrito por Pierre-Jean Quetant, country manager da Learning Tribes, divisão de treinamento do Grupo Acticall




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