Metade do mundo passa pelo celular para fazer compras

Asiáticos, latinos e africanos fazem mais consultas à internet móvel do que norte-americanos e europeus

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Usar a internet no celular ou no tablet para auxílio nas compras é uma realidade. Segundo pesquisa global sobre e-commerce móvel feito pela Nielsen (Nielsen Mobile Shopping, Banking and Payment Survey), 53% dos entrevistados usam algum de seus dispositivos móveis para comparar preços antes de realizar uma compra, e 52% usam a internet móvel para procurar informações sobre os produtos desejados.

Além disso, 44% buscam por cupons de desconto em seus aparelhos, 42% informam que tomam melhores decisões de compras a partir deles e 41% acredita que o processo de escolha e aquisição se torna mais rápido com o apoio do celular.

Os asiáticos disparam na frente no que diz respeito ao uso do celular para as diversas atividade. Segundo a pesquisa, 46% das pessoas da região usaram dispositivos móveis para fazer uma compra, considerados os seis meses anteriores. São seguidos, de longe, pelos europeus (32%) e os norte-americanos (28%). Latino-americanos (27%) e os moradores da África e Oriente Médio (25%) vêm na sequência.

No que diz respeito a pesquisas e consultas, no entanto, o quadro se inverte. Também ao lado dos asiáticos (60%), os latinos e africanos são os líderes no uso dos  dispositivos móveis, com 54% de sua população afirmando usar o celular ou tablet para fazer comparações de preços. Entre os europeus este índice cai para 41% e, na América do Norte, para 36%.

Além disso, 57% da população da América Latina usar o celular para pesquisar informações sobre produtos, seguidos por 56% da Ásia e 55% da África e Oriente Médio. Na Europa, 44% usam os aparelhos para o mesmo fim e, na América do Norte, 38%.

“O comércio móvel tem aplicações enormes para todo o ecossistema do varejo”, diz o líder de serviços financeiros da Nielsen na Europa, Stuart Tagg. “Os dispositivos móveis não só estão trazendo novos consumidores para uma economia moderna e conectada, como também permitem que os produtos e serviços sejam adaptados ao comportamento, necessidades e preferências de cada um.”

A pesquisa, feita em março deste ano, entrevistou 30 mil internautas de 63 países em todos os continentes.

 

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