5 dicas profissionais do cofundador do LinkedIn que não estão no LinkedIn

As pessoas já não têm de acabar a universidade ou ter um título específico, você pode demonstrar o que sabe fazer, diz cofundador do LinkedIn

Allen Blue, o cofundador do LinkedIn, esteve recentemente em Madri para participar  da terceira edição do South Summit, o evento de referência do sul da Europa para startups e investidores.

Blue é graduado em Artes Dramáticas pela Universidade de Stanford. De professor de cenografia e iluminação na mesma universidade, migrou para o mundo empresarial como designer de sites em uma empresa de tecnologia. Em 2003 cofundou o LinkedIn e atualmente atua também como assessor do departamento de Comércio do Governo dos Estados Unidos.

Em entrevista ao jornal espanhol El País, durante o South Summit,  Blue afirmou que “a formação constante para adaptar-se aos novos perfis demandados pelo mercado é eminente”.

Blue apontou algumas características interessantes sobre a evolução dos perfis no LinkedIn. “Hoje os usuários podem subir diferentes conteúdos para enriquecer seu perfil, como portfólio, fotografias, artigos nos quais seja mencionado o conteúdo publicado por eles. Têm a possibilidade de oferecer informação que vá além do estritamente profissional. O avanço mais importante é que agora o usuário pode acrescentar habilidades concretas e recomendações de terceiros sobre seu domínio das mesmas. No início o perfil era criado por você sozinho, agora é algo que você pode cocriar com sua rede de contatos. Para as empresas é chave o que os demais dizem sobre você”.

Veja 5 dicas de Blue de como extrair o melhor dessa poderosa ferramenta de relacionamentos na web:

1- Siga empresas que você tem interesse e se conecte com funcionários atuais ou ex-funcionários. Ouça como fala essa pessoa da empresa para garantir que você quer trabalhar ali.

2 – Houve uma mudança na forma como os recrutadores olham os perfis. Já não se baseia tanto no título, mas nas habilidades e conquistas profissionais necessárias para se encaixar em postos de trabalho que mudam tão rápido.

3 – A forma como as pessoas se apresentam mudou. O que você sabe fazer: aí está o foco. Microcréditos, as micro ou nanograduações, cursos muito específicos de curta duração e menor custo. As pessoas já não têm de acabar a universidade ou ter um título específico, você pode demonstrar o que sabe fazer.

4 – Se conecte com pessoas que queira ajudar. Quando chegar um convite, o teste chave é: posso ajudá-lo em algum momento a conseguir seus objetivos? Estarei disposto a fazer esse esforço? Se a resposta for sim, então terá sentido conectar. Se não, é perfeitamente aceitável ignorar esse pedido.

5 – Tente tomar um café ou almoçar com um funcionário da empresa que pretende trabalhar, para entender o que ela faz e se bate com o que você espera. O ideal é contatá-lo por meio de um contato comum. O mais importante é a conexão pessoal.






Acesse a edição:

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS