O bilionário mercado de internet das coisas estaria em crise?

Relógios, pulseiras e outros tantos objetos conectados representam o universo da internet das coisas. Um mercado bilionário, mas que deve fechar no vermelho este ano – e pela primeira vez

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Dê uma volta em um parque e repare nas pessoas. Você rapidamente vai encontrar alguém com alguma pulseira ou relógio conectado à internet. Mas será que realmente avançamos na direção dessa tecnologia? Ela realmente anda popular como se imaginava há um ano?

Um recente levantamento sobre os negócios da internet das coisas mostra uma curva decrescente e preocupante para a tecnologia. Aos números: foi a partir de 2012 que o mercado de IoT não parou de crescer e um dos seus impulsionadores foi a FitBit – a empresa conhecida pelas pulseiras que analisam de batimento cardíaco a outros comportamentos do corpo em tempo real.

Um dos argumentos que levantam essa hipótese foi o péssimo desempenho da FitBit na Nasdaq. No ano passado, por exemplo, a empresa viu uma valorização de US$ 4,1 bilhões no seu IPO, mas sofreu uma erosão na semana passada: no último dia 3 de novembro, o IPO chegou a US$ 1,9 bilhão. E ela não foi a única. O setor também pisou bruscamente no freio.

A hipótese foi levantada por analistas do CBInsight, uma empresa norte-americana que analisa indicadores econômicos de diversas empresas. Segundo a projeção deles, o ano de 2016 do IoT deve registrar uma retração de 5% na comparação com os números do ano passado – a primeira queda desde 2012. Há outros indícios apresentados pelos analistas. O artigo (em inglês) pode ser acessado AQUI.

 




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