Notícias falsas na internet afetam adolescentes e crianças?

Você reconhece uma notícia falsa postada em uma rede social? Ao que tudo indica, muitas pessoas têm dificuldade em separar o certo do errado – especialmente os mais jovens

Shutterstock

Todo mundo conhece aquele primo ou aquela tia que compartilham tudo o que veem nas redes sociais, sem questionar a fonte. Além de chato, isso pode estar se tornando um problema, especialmente para crianças e adolescentes que têm acesso fácil às redes, muitas vezes com perfil próprio (apesar de isso somente ser permitido a partir de certa idade).

O The Wall Street Journal publicou ontem os resultados de um estudo da Universidade de Stanford que mostram dados preocupantes. Segundo a pesquisa, 82% dos estudantes não conseguiam distinguir uma nota marcada como “patrocinada” e uma notícia verdadeira. A ideia foi avaliar, em entrevistas com mais de 7800 estudantes desde a escola até a faculdade, como eles avaliam as informações recebidas na internet.

De acordo com a matéria, muitos estudantes julgam a credibilidade de um post baseado literalmente na quantidade de informações fornecidas: mais palavras ou linhas, mais confiável a notícia. Um dos motivos para tanto, ainda de acordo com a notícia do The Wall Street Journal, é que o desenvolvimento da habilidade de pesquisar vem sendo deixado de lado – as escolas optam por focar em matérias como leitura e matemática.

E o que os pais podem fazer para evitar que seus filhos saiam acreditando em tudo aquilo que veem ou leem por aí? O que nunca deviam ter parado de fazer: ensinar um pouco de ceticismo. Duvidar de algumas informações e pesquisar em mais de uma fonte pode ser um bom começo.

Com informações do The Wall Street Journal.

 

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS

Quanto custa abrir uma franquia de varejo no Brasil?

Home office é tendência de trabalho para 2020: veja 5 dicas

“Parasita”: Pessoas, baratas, parasitas e a diluição da identidade

Manu Gavassi e sua brilhante estratégia de branding. O que as marcas podem aprender com ela?

Quais são as tendências para 2020. Veja a lista

VEJA MAIS