Vem aí o carro do futuro: compartilhado, autônomo e voador!

Será que o “carro voador” pode mesmo virar realidade? Já tem empresa dizendo que sim, e ainda em 2017

“Carro voador” da Airbus (Divulgação)

A indústria automobilística já vem há alguns anos perdendo o sono conforme concorrentes improváveis – as companhias de tecnologia – começaram a apresentar os primeiros projetos de carro autônomo. Google e Uber são algumas das novas concorrentes que estão na dianteira desta tecnologia.

Agora, mais um setor entra para a lista de concorrentes inusitados das montadoras: as fabricantes de aeronaves. Vem de uma delas a primeira notícia do que deverá ser o nosso “carro voador”.

A francesa Airbus anunciou nesta segunda-feira (16) que deve ter pronto ainda em 2017 o primeiro protótipo de um veículo urbano voador. A ideia é trazer para a realidade um tipo de transporte que ajude a resolver pela raiz o problema do trânsito nas grandes cidades.

“Com o voo, você não precisa colocar bilhões em pontes e estradas concretas,” disse o presidente-executivo da Airbus, Tom Enders, em uma coletiva realizada em Munique. “Cem anos atrás, o transporte urbano foi subterrâneo, agora temos os meios tecnológicos para ir acima do solo.”

Ilustração do CityAirbus, o modelo de "carro voador" da Airbus (Divulgação)

Ilustração do CityAirbus, o modelo de “carro voador” da Airbus (Divulgação)

Mais uma mistura de helicóptero com drone do que um automóvel em si, a ideia é que o “CityAirbus”, nome temporário do projeto, seja uma espécie de táxi coletivo, com lugar para várias pessoas.

“Os clientes usam um app para reservar um assento no CityAirbus, se dirigem ao heliporto mais próximo e sobem a bordo para serem levados para seu destino”, explica a companhia em sua página oficial sobre o projeto.

Ela também garante que o custo por pessoa, graças ao caráter compartilhado, será acessível, muito similar ao que se paga hoje nas viagens de táxi – “mas mais rápido, mais sustentável e mais excitante.”

A empresa também explica que, em seus primeiro modelos, o veículo necessitará de alguém que o pilote, o que exige um pouco menos tecnologia embutida e permite que seja lançado no mercado mais rapidamente. Mas, mais para frente, a intenção é desenvolve-lo para que seja autônomo também.

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