Quem são os brasileiros com mais chances de sofrer golpe?

Estudo da Serasa Experian mostra o perfil mais visado pelos fraudadores que conseguem crédito ou mesmo realizam compras em nome das vítimas. Conheça

O número de fraudes de identidade, quando criminosos fazem negócios, conseguem crédito ou mesmo realizam compras em nome das vítimas, tem crescido no País. Mas não são todas as pessoas que são visadas pelos criminosos. Estudo da Serasa Experian mostra que existem perfis que são mais suscetíveis aos golpes.
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Segundo o estudo, o público com idade entre 25 e 59 anos representa 49,9% do público que sofreu golpe no primeiro semestre do ano passado. Em segundo lugar estão as pessoas acima de 60 anos, que são 43,6% das vítimas. A terceira faixa ficou com os jovens de até 24 anos, com 4,9% de representatividade.
Embora esteja em segundo lugar entre os perfis mais visados, o grupo de adultos com idade acima dos 60 anos foi o que mais cresceu entre as vítimas dos últimos dois anos, passando de 36,5% no primeiro semestre de 2014 para 43,6%, no mesmo período de 2016.
O sexo masculino representa a maioria (71,6%) dentro da categoria de pessoas acima de 60 anos. Além disso, especificamente na região Sudeste, no ano passado, eles já eram os mais buscados pelos criminosos (50,9%).
“Trata-se de um público que tende a apresentar mais dificuldade em operações bancárias e no uso da tecnologia empregada em caixas eletrônicos, por exemplo. Além disso, o homem é mais visado porque, na maior parte das fraudes com documentos, o criminoso também é do sexo masculino e ele precisará, em algum momento, se passar pela vítima”, explicou, em nota, o especialista em prevenção a fraudes e fundador da DNpontocom, Daniel Nascimento.
De maneira geral, os homens são mais visados pelos golpistas: eles representam 69% das vítimas no primeiro semestre do ano passado. Apesar disso, por faixa etária, as mulheres predominam no grupo de alto risco de até 24 anos: elas são 33,9% do total.






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