5 Tendências para o setor de shoppings no Brasil

O setor já soma 558 shoppings, com destaque para um determinado modelo de negócio. Veja as tendências que movimentarão o setor

O setor de shopping centers bateu na trave no último ano e cresceu 4,3%, sem descontar a inflação. Apesar da queda menor, o mercado brasileiro é ainda tem espaço para receber empreendimentos. Para se ter uma ideia, cinco cidades no ano passado receberam seus primeiros shopping centers. E neste ano,
outras 13 devem entrar na lista.
Para se ter uma ideia de comparação, levando em conta empreendimentos compatíveis com os brasileiros, os Estados Unidos tem mais de 37 mil shoppings – isso mesmo. Ou seja, considerando o tamanho do País, é possível verificar o tamanho das oportunidades.
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Diante disso, existem tendências que só devem crescer e se tornar realidade o quanto antes no País, segundo levantamento da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). Confira as 5 principais:
1. Outlets
Eles estão crescendo, principalmente diante da procura dos consumidores por itens mais em conta e com qualidade. “O consumidor está cada vez mais em busca disso e a tendência é que a gente tenha um mercado com mais desse tipo de modelo”, afirma Adriana Colloca, diretora da Operações da Abrasce.
O País encerrou 2016 com 11 outlets. Em 2012 eram 4 e para 2019 a associação projeta que existam 16 operações desse modelo.
2. Complexos multiuso
Eles não são novidade no mercado, mas têm se tornado alternativa para um mercado em que os espaços urbanos estão cada vez mais escassos. “É um tipo de empreendimento que gera conveniência aos consumidores e otimiza o espaço”, afirma Adriana.
3. Espaços abertos e de conveniência
Esta é a principal demanda dos consumidores da Geração Z: 46% deles querem empreendimentos com mais espaços abertos, mas sem abrir mão da tecnologia. A pesquisa mostrou que 48% dos jovens com até 17 anos querem espaço de integração nos espaços.
4. Tecnologia
Este é um caminho sem volta para todos os setores, ainda mais os que atendem diretamente os consumidores finais, como o varejo. “Os grandes grupos têm criado laboratórios para entender como a tecnologia pode melhorar a experiência de consumo.
5. Sustentabilidade
“É algo sobre o qual a gente segue falando. O setor de shopping centers em geral tem usado os recursos de forma eficiente e é uma demanda dos consumidores”, diz Adriana.






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