O bom senso adverte: a informação deve ser usada com parcimônia

A internet colocou à disposição uma quantidade incalculável de informações, principalmente nas redes sociais. Mas muita notícia nem sempre é saudável ou útil. É hora de aplicar a ideia do calm technology

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Entender se uma notícia é verdadeira ou falsa nas redes sociais é um grandes e atuais debates dentro da chamada era da informação. Não há dúvidas que há muito disponível, mas será que estamos realmente aprendendo algo com tudo isso?

O Facebook e as outras redes sociais não estariam construindo pessoas com conhecimento raso e com baixa capacidade de raciocínio. É preciso criar uma espécie de contracultura a era da informação e que defende a desaceleração e a organização de tantas notícias disponíveis. Essa é a ideia do calm technology.

O conceito é tema frequente das palestras de James Italiano, coordenador de design, palestrante e consultor em tecnologia com trabalhos na Samsung e sites governamentais. “A tecnologia deve exigir a menor quantidade de nossa atenção, com menos palavras e mais ícones. A tecnologia deve informar, mas com calma”, disse.

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Na prática, a proposta do calm technology é criar um filtro e a separação das informações em dois lugares: centro e periferia. O assunto relevante para o momento é posicionado no centro da atenção de uma pessoa. Na periférica fica a informação secundária, que não é descartada. Na verdade, ela apenas “hiberna” até que seja realmente útil.

O calm techonology pode até parecer uma maluquice de algum terapeuta, mas a ideia embasa a fabricação de smartphones e até mesmo a programação de aplicativos. Foi essa a ideia do movimento de menos textos e mais ícones ou emojis. “Textos menores, mais fotos e uma informação resumida. Isso não quer dizer que o aprofundamento da informação vá sumir. A pessoa vai continuar a procurar tais dados, mas por meio”, disse Italiano.






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