O bloco dos impostos nunca sai da rua

O IBPT fez um levantamento sobre a carga tributária que incide sobre os produtos vendidos no carnaval. Confira como a folia do governo acontece no seu bolso

Em tempos de carnaval, a folia não acontece apenas no sambódromo – e nem sempre é tempo de alegria. Afinal, a farra também acontece no bolso do consumidor quando o assunto é imposto.
O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) fez um levantamento sobre a quantidade de impostos inseridos nos típicos produtos do Carnaval – ou você achou que o governo esqueceria do seu bolso nessa época do ano?
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Um dos itens mais consumidos nessa época é a bebida – e é justamente onde incidem os impostos. Uma caipirinha tradicional (cachaça e limão) tem 76,66% de tributos; seguida pelo chope, 62,20%; pela lata ou garrafa de cerveja, com 55,60%; pela lata de refrigerante, com 46,47%; e a água mineral, com 31,50%, conforme apurou o IBPT.
Quem não abre mão de fantasia também contribui com a alta carga tributária. Na máscara de plástico, por exemplo, incide 36,41%. Já na lantejoula há 42,71%. De acordo com João Eloi Olenike, presidente-executivo do IBPT, a população brasileira não tem a exata consciência das altas taxas de tributos embutidos nesses produtos. Segundo ele, os produtos devem ser tributados de acordo com a sua essencialidade, ou seja, quanto mais importante for para a população, menor deve ser a tributação.
“Os governos taxam bem mais os produtos considerados supérfluos, artigos de luxo e itens que fazem mal à saúde. E justamente são esses itens, que mais são consumidos nessa época do ano, por ocasião dos festejos momesco”, afirma Olenike.

Fonte: IBPT

Fonte: IBPT






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