Setor de bens duráveis surpreende e cresce em 2016, mesmo em ano de crise

O segmento sofreu por ser dependente de crédito. Mas estudo da GfK mostra que, ao contrário do que se pensava, as vendas de bens duráveis cresceram

Com bom desempenho de telecom e portáteis, as vendas de bens duráveis crescem 1% em 2016. O crescimento surpreendeu, uma vez que o segmento é dependente de crédito, que ficou mais caro e mais escasso nos últimos dois anos.
A informação é da GfK. No acumulado do ano, o faturamento destes serviços e produtos cresceu 14,6% sobre o ano anterior.
Mesmo em meio a crise de 2016, fica claro a importância dada a produtos e serviços indispensáveis para um consumidor cada vez mais conectado.
A revista NOVAREJO digital está com conteúdo novo. Acesse agora!

Eletroportáteis

Segundo especialistas da GfK, os smartphones com tecnologia 4G foram a categoria de maior destaque. Sua participação no total das vendas de Telecom saltou de 42% em 2015 para 89% em 2016.
Os eletroportáteis cresceram 3,9% nos últimos 3 meses de 2016 . O setor fecha o ano com que da 0,3% no faturamento.  As categorias de maior destaque foram os preparadores de alimentos e os ventiladores (42% de aumento).

Linha marrom e branca

Em 2016, as vendas da categoria de eletroportáteis caíram 7% em volume e cresceram 3% em valor. Os ventiladores, por exemplo, apesar de serem aparelhos sazonais, representaram 42% do faturamento total da categoria.
Apresentou retração de 6% em faturamento em 2016. Os refrigeradores perderam espaço para as lavadoras de roupas.  A participação deles no total de vendas caiu de 38% em 2015 para 36% no ano seguinte. As lavadoras responderam por 29% das vendas de 2016, 9 pontos percentuais acima do ano anterior.

Informática e fotos

O faturamento em vendas do mercado de computadores de mesa, monitores e notebooks sofreram queda de 16,7% em 2016 em comparação com o ano anterior.
O segmento de Impressoras e periféricos fechou o quarto trimestre de 2016 com 13,8% de queda no faturamento, na comparação com o mesmo período de 2015. No acumulado do ano, a retração ficou na casa dos 11,8%.
As câmeras digitais fecharam 2016 com forte retração, com faturamento em vendas 45,7% inferior ao registrado no ano anterior.






Acesse a edição:

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS