7 Coisas que os brasileiros vão fazer quando a economia voltar a crescer

Pesquisa da PwC avalia quais são os principais desejos de consumo dos brasileiros para quando acontecer a retomada da economia. Veja infográfico

O Brasil inteiro está aguardando o fim da crise para retomar o consumo. Pensando nisso, a PwC quis saber na Pesquisa Total Retail 2017 o que o brasileiro pretende fazer quando retomar a confiança na economia.
“Ele está pesquisando mais, procurando melhores ofertas. O impacto da crise foi significativo no comportamento de compra. Mesmo com sinais de melhora na economia, o consumidor está mais conservador em relação aos gastos por impulso e às despesas com entretenimento”, afirma Ricardo Neves, sócio-líder de Varejo e Consumo da PwC Brasil.
Segundo o especialista, quando a crise passar, a expectativa é que o consumidor retome antigos hábitos, mas com um comportamento mais seletivo e foco na relação custo-benefício. “Será um desafio adicional para os varejistas”, afirma.
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Disposição de poupar

Segundo a pesquisa, 41% dos brasileiros querem voltar a gastar com restaurantes, bares e outros tipos de entretenimento. Além disso, 34% dos pesquisados pretendem voltar a adquirir produtos de marcas favoritas assim que a situação econômica melhorar. Aumentar gastos com produtos de moda em geral, como vestuário, sapatos e acessórios, será prioridade para 33%.
Mas os dados revelam também uma preocupação maior com o futuro. “Quando a gente analisa por faixa etária, os millennials (consumidores entre 18 e 34 anos) têm a intenção de investir mais em educação do que os outros (39% a 25%, respectivamente). A crise alterou o modo como essa geração enxerga o futuro”, afirma Neves.
A Total Retail 2017 mostra ainda que 41% dos brasileiros pretendem manter o comportamento de consumo que tiveram durante a crise e aproveitar a retomada da economia para poupar. Além disso, 38% dos ouvidos disseram que vão aumentar a quantidade de pagamentos à vista para evitar o endividamento. O investimento em formação profissional foi citado por 33% dos pesquisados.

Infográfico: Fernanda Pelinzon/Grupo Padrão




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