O que a atitude de um gerente da Caixa pode ensinar às pessoas?

Luiz Cláudio Souza Lima, gerente de uma agência da Caixa, deu um exemplo de atendimento. Porém, há algo muito maior por trás de sua atitude. Entenda

Por: - 2 anos atrás

Crédito: Isabel Paiva/Facebook

Em tempos de discursos de ódio, intolerância, impaciência e ofensas – especialmente via redes sociais -, um atendente da Caixa Econômica Federal fez algo inusitado. Luiz Cláudio Souza Lima, gerente de uma agência que fica no centro de Volta Redonda – cidade do Rio de Janeiro – sentou no chão para atender uma cliente com deficiência física.

A história viralizou graças ao post feito no Facebook (veja no fim desta matéria). Contudo, o que houve de mais “incomum” nesse atendimento não foi a qualidade – existem, sim, funcionários atenciosos por aí. O mais inusitado foi a empatia.

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Apesar de termos uma realidade cada vez mais conectada – podemos falar com todos, o tempo todo, especialmente por causa das redes sociais -, falta empatia no dia a dia das pessoas. E essa é uma lacuna que só pode ser preenchida com esforço e dedicação.

Como mostramos inclusive na cobertura do SXSW 2016, empatia é um dos termos que farão a diferença em tempos de tanta conexão: por mais que estejamos o tempo todo falando, expressando, pensando e colocando – cuspindo, em muitos casos – opiniões, poucas vezes nos colocamos no lugar do outro.

Nesta sexta-feira, convidamos todas as pessoas a refletir: o que podemos aprender com o gerente da Caixa?

Confira o post feito no Facebook, que viralizou e trouxe a história à tona:

 

*Crédito da foto: Isabel Paiva/Facebook