Uma rede de escolas dedicada a treinar o cérebro

Com 11 anos de existência, a Supera se transformou em uma rede de escolas que mais parece uma academia para o cérebro. E é justamente essa a proposta

Ir à academia é um dos meios mais difundidos na nossa sociedade para o aprimoramento e desenvolvimento dos nossos músculos. Mas o que temos feito para elevar o desempenho do nosso cérebro?
O Whow levou um grupo de pessoas para uma escola que promove a chamada ginástica cerebral. É a chamada Supera, uma escola que surgiu em São José dos Campos em 2006 e que especializou em uma inovadora metodologia de ensino a partir de uma dinâmica de raciocínio por meio do ábaco – a antiga calculadora japonesa.
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Segundo Marcus Vinicius Miranda, consultor comercial da Supera, o objetivo da escola é estimular o cérebro de maneira lúdica, oferecendo uma maneira totalmente diferente de enxergar e processar a vida lá fora. “É uma maneira diferente de viver. A pessoa procura a Supera para melhorar a concentração e criatividade na escola, mas ele sai daqui com a promessa de uma vida com melhor bem estar”, afirma.

Ábaco

Conforme já dito, a mecânica de aprendizado é baseada no ábaco. Após o aluno estar familiarizado com a ferramenta, ele é estimulado a uma série de outras atividades dentro dessa forma de raciocinar a partir da calculadora japonesa.
O interessante é que esse aprendizado é menos teórica e muito, mas muito mais prática. Afinal, essa é uma ginástica do cérebro. “Não adianta pílula. Aqui, o estímulo é feito de maneira lúdica, seja com jogos ou atividades simples”, afirma.
As atividades ajudam a assimilar uma nova forma de raciocínio e concentração, que poderá ajudar tanto no universo corporativo quanto no acadêmico. O aprendizado ainda tem a peculiaridade de um treinamento ser feito para um grupo (de no máximo 15 pessoas), mas que respeita a velocidade e a forma de aprender de maneira individual.

Michael Phelps

“Eu uso muito a analogia da natação. Você e outras pessoas entram na mesma piscina, mas em raias diferentes. Ao seu lado está o Michael Phelps. Ele vai e volta antes que você, mas a questão é que cada um tem o seu jeito de aprender e fazer uma atividade. Aqui, aprimoramos as suas habilidades e ajudamos a desenvolver outras em cada aluno”, disse.
O grupo do Whow teve acesso a uma aula gratuita. Eles tiveram contato com o ábaco e desenvolveram atividades lúdicas a partir da mecânica da calculadora japonesa.
Ao todo, mais de 50 mil alunos já se cadastraram nas mais 200 unidades espalhadas pelo Brasil – uma delas em Portugal.
Confira aqui a cobertura completa do Whow!






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