Conheça os 11 andares do lar doce lar de Dalila e Palmito

Esse espaço é a VivaReal, uma plataforma que ajuda o consumidor a encontrar um determinado imóvel. A empresa abriu as portas para os convidados do Whow!

Grupo Padrão/ divulgação

Entrar na recepção do prédio e ser recepcionada por uma cachorra chamada Dalila (que possui até mesmo um crachá de funcionária) não é algo muito convencional, convenhamos. E esse foi apenas uma das surpresas da visita técnica do Whow! ao edifício de 11 andares da plataforma digital de imóveis VivaReal.

Em linhas gerais, a VivaReal é uma plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel. A plataforma é um sucesso e tem uma média de 18 milhões de acessos por mês e mais de cinco milhões de anunciantes de imóveis em mais de mil cidades brasileiras.

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Esses superlativos números se materializam nos 11 andares do edifício-sede da empresa na Bela Cintra, onde trabalham mais de 600 funcionários. E isso inclui as mascotes Dalila e Palmito, o peixe achado justamente em um pote de vidro do alimento na rua. Mas essa é uma história que contaremos mais tarde.

A cadela Dalila. Crédito: Fotos do Grupo Padrão

Museu

O ponto de partida do tour promovido pelo Whow! foi o novo andar (sim, o penúltimo andar): é lá que está localizado o museu da VivaReal. É ali que começa a imersão dentro da cultura da empresa. Trata-se de uma ideia construída com o passar dos anos e que ajuda a compreender alguns valores da empresa, tais como a colaboração. Não importa a sua intenção na companhia: todos passam por isso.

O candidato a uma vaga na empresa talvez seja o melhor exemplo. Um bom currículo é um diferencial, mas a prova de fogo é realmente exibir um interesse pela história e os valores defendidos pela empresa. E é esse engajamento que pode fazer a diferença entre os candidatos – uma ideia que lembra premissas defendidas por empresas de tecnologias ou startups de outros segmentos.

“É uma etapa importante na entrevista de empresa. É onde verificamos o engajamento e o interesse em trabalhar na empresa. Temos uma forte cultura de compartilhamento e buscamos pessoas com esse perfil”, afirma Rafael Frank, especialista em comunicação e relações públicas da VivaReal.

Shakira

Como não poderia ser diferente, o singelo museu é importante para contar história até mesmo desconhecida do público. Uma delas é que a origem da VivaReal não aconteceu no Brasil, mas na Colômbia. E ela é realmente fofa:

Brian Requarth, co-fundador da empresa, foi a terra da cantora Shakira encontrar uma namorada. Mais do que o grande amor, ele teve a ideia de um negócio relacionado ao mercado imobiliário, que começou a se desenhar após conhecer o alemão Thomas Florack. Juntos e em parceria com Diego Simon e deram vida a VivaReal.

No museu, há um espaço que reproduz o primeiro escritório da VivaReal é um conjunto de mesa, cadeira, materiais de escritório e um mapa da cidade. De certa forma, o que está preservado no novo andar é algo que lembra as famosas garagens do Vale do Silício que deram início a Apple, entre outras companhias inspiradoras.

Nos demais andares, os convidados foram apresentados as outras três empresas do grupo e setores administrativos de todo o grupo. Tudo sem deixar de lado móveis descolados, post its coloridos e aquela típica descontração de uma jovem e já robusta empresa de tecnologia.

Dalila e palmito

Mas e onde entra a vira-lata Dalila, a cachorra mencionada no início? Ela é vista circulando pelos aconchegantes pufs espalhados pela empresa. Mas nem sempre foi assim. A cadela foi abandonada com seus filhotes após ser maltratada pelo antigo dono.

Hoje, Dalila circula linda e bela pelos corredores da empresa, onde distribui carinho aos mais chegados e alguns poucos rosnados aos desconhecidos – algo normal pelo histórico de sofrimento da cadela.

Mas ele não está sozinho no rol de mascotes. O peixe Palmito é outro animal muito querido por funcionários e que possui até mesmo um crachá próprio. Dizem que o animal foi salvo após cair do baú de motoboy. E quanto ao nome? Ele estava em um vasilhame de palmito. Coisas que só acontecem e se tornam boas histórias para contar dentro de uma startup.

Confira aqui a cobertura completa do Whow!






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