Quem gasta mais: Baby boomers, Geração X ou Geração Y?

Qual é a geração mais consciente? Pesquisa exclusiva analisa os gastos e impulsionadores de consumo desses brasileiros. Confira

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Podemos dizer que existem muitas diferenças comportamentais entre os Baby boomers, Geração X e Geração Y. Quem já parou para analisar esses perfis em um ambiente de trabalho, por exemplo, consegue sentir as diferenças que o tempo faz na construção de um indivíduo. Ao mesmo tempo, vistas como consumidoras, essas pessoas têm muitas semelhanças quando o assunto quando o assunto é perfil de gastos.

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Isso é o que aponta um estudo exclusivo feito pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) – unidade de inteligência e pesquisa do Grupo Padrão, que publica Consumidor Moderno – em parceria com a plataforma digital de pesquisas MindMiners. Os dados mostram que mais de 45% dos 1.200 respondentes gastam mais do que ganham.

Fora isso, as informações trazem uma surpresa: os jovens são mais econômicos. De acordo com o levantamento, feito entre os dias 30 de março e 4 de abril deste ano, a geração Y é a mais controlada, embora o salário médio dela seja 40% inferior ao da geração X e 51% abaixo em relação os baby boomers.

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Hora de poupar

Outra constatação preocupante – especialmente em época de instabilidade econômica – é que 45% dos entrevistados não poupam nem investem seu dinheiro. E, entre os poucos que o fazem, a maioria reserva menos de R$ 100 por mês.

Entre as quantias menores, entre R$ 100 e R$ 500, os Millennials são os que mais investem. Já entre as quantias maiores, acima de R$ 1000, os baby boomers predominam (mesmo em porcentagens baixas).

Ao mesmo tempo, é interessante observar que entre as formas de pagamento mais adotadas pelos consumidores, o dinheiro e o cartão de débito prevalecem. O cheque (seja ele parcelado ou à vista) não foi sequer mencionado.


Hora da conquista

A pesquisa também revela que, para essas três gerações, o maior motivador para o consumo ainda é a necessidade. A satisfação pessoal vem em segundo lugar.

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O maior inibidor, nesse sentido, é o preço. A qualidade aparece em segundo lugar seguida da restrição financeira.


Muitas sensações

O levantamento também analisa as sensações dos consumidores em determinados momentos de consumo. Repaginar o guarda-roupa, por exemplo, traz às gerações uma sensação de alegria. A contratação de um serviço na área de saúde gera tranquilidade. E, na hora de se locomover, prevalece a sensação de cansaço – quando o transporte é público – e de alegria (mesmo diante do trânsito caótico) quando o trajeto é feito em um veículo particular.






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