Mau humor do paulistano aumenta e confiança cai 6,8% em setembro

Indicador de confiança da FecomercioSP registrou quedas anuais e mensais na cidade de São Paulo. As mulheres foram as mais otimistas no último mês. Confira

Shutterstock

As promessas de melhorias econômicas não impactaram o consumidor paulistano cujo índice de confiança em setembro registrou queda de 6,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.
O monitoramento feito pela FecomercioSP indicou ainda queda na confiança pelo segundo mês consecutivo. Quando comparado a agosto, o índice caiu 1,8%, registrando o pior índice desde julho de 2016.
A revista NOVAREJO digital está com conteúdo novo. Acesse agora!

Presente e futuro

Os paulistanos estão mais confiantes em relação a condição atual da economia. Quando comparado como o ano passado, o componente que compõe o índice de confiança registrou alta de 19,5%. Na comparação mensal, o humor também melhorou, com crescimento de 1,2% em comparação com agosto.
O componente que mede as expectativas futuras do consumidor foi o responsável por derrubar o índice de confiança. Na pesquisa, os paulistanos aparecem 14,2% menos propensos a confiar no futuro do que em setembro de 2016. O mesmo aconteceu entre os meses de setembro e agosto cuja taxa caiu para 2,9%.

Por renda e gênero

Os consumidores com renda familiar de até 10 salários mínimos foram os mais impactados com o mau humor. Essa parcela da população registrou queda no índice de otimismo e de 6,5% em setembro em relação a agosto.
Já as classes mais altas, com renda familiar superior a 10 salários mínimos, impulsionaram o índice de confiança com crescimento de 17% em um mês.
Quando separados por gêneros, as mulheres ficaram mais otimistas nos últimos 30 dias. O índice que mede a confiança dessas consumidoras cresceu 9,8% em setembro. Elas também são as mais otimistas em relação ao futuro, cujo componente atingiu alta de 0,6%.
Os homens, no entanto, não foram impactados com tanto bom humor. As expectativas deles para melhorias caíram 6% em um mês. Pessoas com mais de 35 anos também integram o grupo de pessimistas, cuja confiança caiu 4,3% no último mês.






Acesse a edição:

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS