Maioria das famílias paulistanas possui alguma dívida em aberto em setembro

O cartão de crédito continua sendo a principal dívida das famílias da cidade de São Paulo. Número de inadimplentes também cresceu. Confira

A maioria (54,4%) das famílias da cidade de São Paulo está com algum tipo de dívida. O levantamento, referente ao mês de setembro, foi feito pela FecomercioSP e aponta um aumento de quase 120 mil no número de famílias endividadas quando comparado ao mesmo mês de 2016.
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Na comparação mensal, entre agosto e setembro, a quantidade de famílias que comprou a prazo, pediu algum tipo de financiamento ou usou crédito especial também cresceu. No mês anterior o registro foi de 53,4%.

Divisão por salário

As famílias que ganham até dez salários mínimos são as mais endividadas. Para elas, a quantidade de endividados representou 58,3%, a maior proporção desde setembro de 2015.
Já entre os mais ricos, cujas famílias possuem renda superior a dez salários mínimos, a quantidade daqueles que contraíram alguma dívida em setembro cresceu 3,4 pontos percentuais em comparação a agosto, atingindo 43,1%.

Inadimplentes

A quantidade das pessoas que não estão honrando o pagamento de suas dívidas também cresceu e atingiu em setembro uma proporção de 20,3% em comparação aos 19,9% registrado no mês passado. O número é o maior patamar desde maio de 2012.
A instituição justifica o momento com o número alto de desemprego. Segundo o levantamento, a proporção de famílias que não conseguirá pagar as contas em atraso em outubro e continuarão na lista dos inadimplentes permaneceu estável (9,5%) em setembro, mantendo-se no maior patamar desde agosto de 2004.
Famílias com rendas mais baixas também lideram a lista dos inadimplentes, com 25% em setembro. Já as famílias com renda acima de dez salários mínimos, a quantidade de pessoas com contas atrasadas atingiu 9,3% no mesmo período.

Tipos de dívidas

O cartão de crédito continua sendo o principal vilão dos endividados, usado por 71,2% das famílias. Os carnês (14%), financiamento de casa (12,2%), crédito pessoal (11,7%), financiamento de carro (10,9%), cheque especial (5,6%) e crédito consignado (4,2%) completam a lista.






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