Conheça as tendências que estão tirando os jovens do mercado tradicional

Desapontados com a cultura das empresas, jovens altamente especializados estão buscando outras formas de ganhar dinheiro. Veja

Insatisfeitos com a cultura das empresas ou sem abertura para entrar no mercado de trabalho, profissionais altamente especializados estão buscando no empreendedorismo e no freelancer uma forma diferente de ganhar dinheiro. Estima-se que na América Latina existam mais de 492 mil profissionais adeptos a esses modelos.
É o que indica o Relatório do trabalho e empreendedorismo no Brasil – 2017, que avaliou as preferências e perfil trabalho de freelancers e de empreendedores no ano passado, realizado pela Workana.
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Segundo o levantamento, 42% dos participantes brasileiros trabalham como freelancer (22% parte do dia e 20% o tempo todo) enquanto apenas 33% são empregados com CLT. Outros 14% se declararam desempregados e ainda 11% como empreendedores.

Profissões

Profissionais de alto nível e extremamente procurados pelo mercado tradicional estão preferindo outras modalidades de emprego. Segundo o estudo, entre os principais adeptos ao freelancer ou empreendedorismo estão os programadores ou especializados em TI (29,4%), seguido dos designers e especialistas em multimídia (24,3%).
Compõem a lista dos adeptos ao novo modelo os profissionais que trabalham com tradução e conteúdo (20,2%) e marketing e vendas (19,9%). Outras profissões, no entanto, tem buscado entender mais sobre esse novo modelo como suporte administrativo, engenheiros, advogados, especialistas em finanças e em administração.

Perfil

Entre os adeptos, os mais novos são maioria. Os profissionais com idades de 18 a 28 anos somam 37,1%, seguido dos que têm entre 29 e 38 anos (30,4%). Os profissionais com mais de 49 anos correspondem apenas a 12,8%.
O nível educacional deles também é alto. A maioria (48%) tem curso superior e 23% conta com cursos de pós-graduação no currículo. Além disso, 54,9% dedicou mais de 40h em cursos de capacitação profissional no ano anterior.
Em termos de idioma, boa parte deles (39%) falam inglês fluente e 17,3% falam espanhol. O estudo ressalta ainda o crescimento de profissionais que buscam ou falam línguas como francês, alemão, italiano e mandarim.






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