Honda vai à “caça” de carros que precisam de recall

A montadora japonesa inicia hoje uma campanha de recall bem diferente. Equipes vão às ruas para caçar veículos que precisam passar por reparo

Pixabay

A Honda promove a partir de hoje uma campanha de recall bem diferente.  A montadora japonesa fará uma ação presencial com proprietários da marca em postos de combustíveis, shopping centers e outros centros comerciais de Belo Horizonte e Contagem, ambos em Minas Gerais. A iniciativa é um piloto da empresa e poderá ocorrer em breve em outras cidades do País. Confira a edição online da revista Consumidor Moderno! De acordo com a empresa, as equipes da Honda ficarão nos pontos comerciais das cidades mineiras por três meses.  Nesses lugares, as equipes farão a pesquisa do recall a partir da placa ou chassi do veículo, verificando assim se os automóveis estão envolvidos na campanha de recall de insufladores de airbag. Caso exista a confirmação de recall, representantes se prontificarão a realizar o agendamento do atendimento para a troca de um ou mais itens.

Por que Minas Gerais?

A iniciativa acontece no estado que é o terceiro em representatividade no número de automóveis afetados pelo recall. Estima-se que 9% desses veículos estejam em Minas Gerais.  Essa é mais uma campanha inovadora de recall produzido pela montadora japonesa. Recentemente a empresa firmou um convênio com o Detran/SP para notificar os proprietários de automóveis e motocicletas do Estado de São Paulo que ainda não efetivaram os reparos de recall em seus veículos. Além disso, a empresa também recorreu a parcerias com empresas que, em comum, possuem informações atualizadas e apuradas de seus clientes como seguradoras de veículos e empresas de cobrança automática de pedágio.  Nos dois casos, após o cruzamento de dados entre Honda e empresas parceiras foi possível identificar 163 mil clientes que ainda não haviam atendido ao chamado e notificá-los. Vale lembrar que, no caso das campanhas de recall do insuflador de airbag, as convocações envolvem automóveis produzidos há até 17 anos, fato que impacta diretamente no acesso ao atual proprietário. É comum que, com o passar do tempo, os carros mudem de donos, que nem sempre retornam à concessionária para realizar as revisões e eventuais reparos periódicos.

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